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Última parada: Bogotá

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Como toda cidade grande… agitada, cheias de coisas para fazer, badalada… e muito fria.

Antes de ir não acreditei na previsão do tempo e nem no que as pessoas me falavam! A minha mala era basicamente biquíni, shorts, calça legging e 1 casaco (que usei no avião). Quando cheguei em Bogotá… além de quase morrer de frio… eu não tinha NADA para combinar… e para sair.

Ah, no primeiro dia que chegamos (plena 6ª feira), nas ruas só tinha gente de salto alto e casaco de couro… logo pensei: “me ferrei!!”. Mas nada que uma rua, cheia de lojas internacionais não resolveram meus problemas: 1 bota na Forever 21, 1 casaco e 2 blusas na Pull & Bear! (até que fui bem contida).

Panoramic view of Bogota, Colombia

Primeiro dia (sábado) aproveitamos para ir na Catedral de Sal (que fica em uma cidade há 1 hora de Bogotá). O lugar é maravilhoso. É uma antiga mina de sal… que agora virou uma igreja. Uma das coisas mais lindas que já vi em toda minha vida… e todo o jogo de luzes que eles montaram… com a guia acompanhando nosso tour, faz a visita ficar muito mais emocionante.

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De lá, paramos para almoçar no Andres Carne de Res em Chia. Uma DELICIA!!!! Imperdivel. Obs: dizem que a noite é mais divertido porque rola uma baladinha brega… mas, quisemos economizar em taxi (porque é longe).

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Voltamos para Bogotá e acabamos na Zona T de novo!! Lojas e mais lojas! Ah… e lá encontrei meu japa preferido rs… o Claudinho!!!! Ele trabalhou comigo na Nextel… e claro que hoje em dia somos muito amigos… e até lá essa praga me persegue rs (ele estava a trabalho… sem querer… e claro que adorei encontrar com ele).

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A noite, adivinha?? Mais reggaeton!! Mas dessa vez eu senti firmeza no lugar. Chamava “El Fabuloso”… uma balada no topo de um prédio (de 3 andares rs). Com um ambiente muito agradável e gente da nossa idade (entre 25 e 30 anos). E as musicas?? Ahhhhh… nunca dancei tanto (acho que só quando estive em Buenos Aires em uma balada parecida rs). Vale muito a pena (ah… e não tem muito turista… e nem brasileiros. Aliás, uns brasileiros que conhecemos em Cartagena só indicaram balada eletrônica em Bogotá… como diria a minha amiga Lu “To fuera!!”)

Chegamos no hotel as 4am… e já disse que comigo não tem moleza… as 8am estávamos no taxi (só nosso corpo) para ir a Montserrat. O Claudinho ia encontrar com a gente lá. Chegando lá, nem tinha muita fila para subir. Lá em cima… o que é bonito é a vista… e tem no final um mercadinho (mas, íamos depois no Mercado de Usaquen, então nem comprei nada).

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Ah… segui a dica que me deram: subi de funicular… e desci de teleférico. Não sei se o contrario faz diferença… mas eu curti a ordem!

Saindo de lá fomos ao mercadinho de Usaquen. Usaquen é um bairro de Bogotá… então a feirinha fica meio espalhada em uns 4 quarteiroes. Eu fiquei andando por lá umas 2 horas. Depois, voltamos para o hotel, pegamos as malas…

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E assim… mais uma viagem acabou!!

Marcella Romani

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San Andres: open food, open bar e open vida!!!

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E o tão esperado momento chegou (na metade da nossa viagem): conhecer a famosa ilha de San Andres! Confesso que estava com um pouquinho de medo… todo mundo dizia que era um lugar fabuloso… mas que não tinha NADA para fazer! Realmente… não tem muitas atrações… a ilha é bem pequena… mas é incrível!!!!!

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Primeiro que, sem querer, escolhemos o melhor hotel da cidade… all inclusive!!!! Com vista para o mar azul (azul mesmo!!!). O hotel faz parte da rede Decameron – o nosso era o Isleno. Mas os outros hotéis são bem diferentes… alguns bem ruins. Os únicos dois que valeria a pena se hospedar também é o Mar Azul e o Aquarium.

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O tempo em San Andres é muito engraçado. As 7am é um sol de queimar já. Acordávamos umas 8am… e era só o tempo de ir tomar café e colocar as coisas na piscina, que o tempo fechava e caía a maior chuva. Aí já pensávamos… “que ódio… e o sol??”. Voltávamos para o quarto… e ficávamos na cama… esperando a chuva passar (eu na verdade aproveitava para i na academia). Depois de 1h30, abria um sol incrível… e ficávamos o dia todo na piscina. Vai entender ne? Passamos 4 dias lá… e os 4 dias foram assim… sol e chuva!!!

Ah, e foram dias mais tranquilos… sem passeios… sem barco… sem mergulho (até tem esse tipo de passeio por lá… mas já tínhamos esgotado nossa disposição e nosso dinheiro para isso, então aproveitamos mais o hotel).

Apenas um dia ficamos fora… alugamos um carrinho de golf (isso é uma coisa legal para fazer) para dar a volta na ilha (sim… aquele que anda a 10km/h… mesmo porque é a velocidade máxima permitida na ilha haha brincadeira… é 30 Km/h). Ficamos com um pouco de medo de não dar tempo (tínhamos o dia todo de aluguel) até descobrirmos que a ilha toda, sem paradas, faríamos em 2 horas. Bom, a única parada que fizemos foi na Piscinita (pulamos uns 2 pontos turísticos que não nos pareceu ser muito legal). A Piscinita é bem legal (e só eu tive coragem de entrar)… você joga pão e os peixes aparecem em bando… é lindo demais. Dá um pouco de aflição de nadar com eles… mas me deram uma dica: ficar de pés para cima para eles não me “sugarem” achando que eu era comida!

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A noite, os hotéis tem as programações de shows… jantar, etc. De quinta a sábado tem algumas baladinhas (de reggaeton, claro) para ir!! Todo dia fomos jantar em um dos restaurantes dos hotéis (almoçar também). Os meus preferidos foram: Island (o do meu hotel), Las Brujas (do hotel Aquarium – mesmo só servindo peixe), Pastafari (no hotel San Luis). A balada que íamos era a Coco Loco (ao lado do hotel Delfines). Mas na hora começamos a beber no hotel… e por lá ficamos até as 4am conversando com outros hospedes e curtindo um som ambiente (que velhas ne rs?).

Além disso, San Andres é um Duty Free a céu aberto (maravilhoso)… então aproveitamos para fazer umas comprinhas… claro!! (vale muito a pena).

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Marcella Romani

VIAJAR VICIA!!!!!

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Esse post é um pouco diferente, é para deixar claro como viajar  me mudou completamente e com certeza a Marcella também.

A primeira vez que viajei foi para o Canadá em 2008, quando decidi fazer um curso de inglês e desde então tudo mudou!!!!

 

Aqui pretendo listar os pontos positivos e negativos desta “nova vida”:

 

  • Viajar vicia, é pior que qualquer droga, é uma vontade incessante de querer mais e mais, mal cheguei de um lugar e já penso no próximo destino.

 

  • Não existe maior sensação de liberdade que viajar, estar em um lugar novo, ser completamente anônimo e ter como único objetivo buscar e conhecer algo novo.

 

  • Viajando vc é vc mesmo, vc se esquece da sua vida normal e é simplesmente vc perdido em algum lugar do mundo.

 

  • Vc sai daquela zona de conforto do dia-a-dia, de repente o andar de ônibus, dormir no albergue, banho gelado, dormir no chão do aeroporto, tem um ar de aventura e jamais de perrengue. Estas são sempre as melhores histórias!!!192261_10150106323230794_5030187_o
  • Vc acaba num ciclo em que guarda dinheiro para viajar, gasta tudo em viagens, ai guarda mais din… nunca mais consegui guardar dinheiro para outras coisas.

 

  • De repente vc não tem medo de nada, andar em qualquer grande cidade, sair de camelo pelo deserto com um guia X, o que importa é conhecer o novo!

 

  • Qualquer valor monetário que vc me disser, transformo em passagens aéreas para ver se vale a pena!!! Uma bolsa Chanel por exemplo, é uma passagem para Bangkok, qual é melhor????!!!!! Kkkkk

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  • Qualquer pessoa que vc pare para pedir uma informação que seja, já se torna seu melhor amigo!!!!

 

  • Alguns desejos das pessoas em geral, como casamento, comprar uma casa… ficam para segundo plano, afinal antes de tudo eu quero VIAJAR!

 

  • Também surge um descontentamento constante, aquela vidinha básica da rotina nunca está bom… eu quero mais, muito mais, eu quero o mundo!!!!

 

Portanto, meu único conselho é: VIAJE, e se possível, uma vez na vida… VIAJE SOZINHO

 

Agnes Sacilotto392476_10150632163480794_849528512_n

A melhor cidade da Europa: Berlim (parte 1)

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Lugares indispensáveis:
• Portal de Brandenburgo
• Muso de BerlimDSC06519

• Memorial do Holocausto
• São tantos museus, em algum vc tem que ir!
• Torre de TV
• Campo de concentração Sachsenhausen
• Café Zapata, uma balada alternativa sensacional!!!

Esta semana mais do que nunca Berlim está em alta! E para mim com certeza esta é a melhor cidade da Europa!!!
Fui para lá com meu irmão e uma amiga – Paula, passar o réveillon 2009/2010, muito frio e mtaaaaaa neve.
Ficamos em um hostel mto bom, ao lado da estação de metrô Friedrich, que tinha um burguer king lá e tomávamos café da manhã e o pós balada todos os dias (acho que por esse motivo voltei mtosss kilos mais gorda hauhauahuaha).
Nosso primeiro almoço, vimDSC06508os uma hamburgueria, preço legal, tudo escrito em alemão, blz, entramos fizemos os pedidos apontando as coisas (ninguém lá dentro falava inglês), e quando pedi Coca e mulher me olhou com cara de louca e falou que não tinham refri, achei estranho mais ok… eis que chega nossa comida… era uma hamburgueria vegetariana, com hambúrguer de soja, e saladas… delicia huahauhauhahua. Mas não passamos fome, em toda esquina vendem aquela pãozinho minúsculo com uma lingüiça gigante kkkkk
Foi ai Tb que apresentei o Starbucks ao meu irmão (afinal em Americana – SP,DSC06531
 anda não chegou), nessa friaca básica, pedimos dois Double chocolate-chip e saímos congelando as mãos pelas ruas.
Berlim é pura história, eu como apaixonada por tal pirei, o portal de Brandenburgo. – Foi construído entre 1788 e 1791 por Carl Langhans (1732–1808), arquiteto-chefe de Frederico Guilherme II da Prússia, o portão de arenito foi inspirado no Propylea, o portão da Acrópole em Atenas, no estilo neoclássico. Sobre o portão está uma Quadriga da Vitória, uma escultura de bronze da deusa da vitória guiando uma carruagem levDSC06522ada por quatro cavalos. Quando a Alemanha foi dividida em 1961 o portão ficou isolado em meio a uma área restrita pelo Muro de Berlim, na Berlim Oriental. Símbolo notável de uma cidade dividida, foi reaberto em 21 de dezembro de 1989.
Os vários museus da cidade e pontos históricos: o Muro de Berlin, e por toda cidade é marcado no chão o local or onde o muro pasava, Alte Nationalgalerie (Antiga Galeria Nacional), Altes Museum (Museu Antigo), BDSC06617ode-Museum (MuseuBode), Bornholmer Strasse/Bösebrüc
ke – Foi aqui que o Muro de
Berlim se abriu em 1989, Holocaust-Mahnmal (Memorial do Holocausto), Museumsinsel (Ilha dos Museus), Siegessäule (Coluna da Vitória), Sowjetisches Ehrenmal Tiergarten (Memorial de Guerra Soviético), Deutsches Historisches Museum (Museu Histórico Alemão) – para mim o melhor de todos, lá tem uma exposição

gigante sobre a história a alemã, destacando mto as 1 e 2 GM e Guerra Fria, e ainda podemos ver o globo que o Hitler usava para fazer as estratégias de guerra, com marcar de tiros e todo mais.
A Berliner Dom (Catedral de Berlim), com seus milhares de degraus para subir à Cúpula.
Outra praça famosíssima é a Potsdamer Platz, com o Reichstag (Prédio do PaDSC06853rlamento) na frente.
Alexeanderplatz, a praça super famosa, muito perto esta a famosa torre de TV – Berliner Fernsehturm, infelizmente como estava nevando a torre estava fechada para vistação.
Já numa parte mais moderna fomos ao famoso Aquário gigante dentro do prédio. Potsdamer Platz, com prédios super modernos e lá dentro fomos à Lego Land (mto legal!!!!!)
Um outro dia fomos ao Zoologischer Garte
n, o Zoológico, primeiro resolvemos ir a pé, é longe, mas era por uma parque, parecia uma ótima idéia, #sóquenão, tudo congelado, mta neve
demoramos a vida e chegamos mto cansados. Nosso objetivo de ir ao Zoo era ver o KDSC06572nut (aquele urso polar rejeitado pela mãe que ficou famoso após a polêmica
 que surgiu entre criá-lo num zoo ou sacrificá-lo), andamos o zoo todo (mto legal) e nada do Knut, mais tarde fomos descobrir que como estava nevando, aquele urso POLAR estava recluso, devido ao frio (sim um urso POLAR, que não
 podia ficar no frio hauhauahauhauah). Curiosidade: o Knut morreu e
m 2011 .

Amanhã continuo com mais histórias dessa cidade maravilhosa!!!

Agnes Sacilotto

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Sozinhas e outra cidade romântica: Veneza

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  • DICAS:
  • Nunca confie em seu senso de direção… Veneza é um labirinto!
  • Não vá sozinha (temos aqui duas experiências deprimentes!)
  • Se não quiser gastar muito, opte pelos barquinhos públicos.

 

 

Veneza by Agnes

De Florença à Veneza fui de trem, chegando lá não encontrava meu hostel por nada, todas aquelas ruelinhas, eu pedia informações e ninguém sabia me indicar, depois de muito tempo encontrei o ‘FishHostel”, que eu havia reservado pela internet na noite anterior (fui para Itália sem saber ao certo meus destinos, então sempre decidia na noite anterior).

DSC07326Veneza é aquela coisa fofa de filmes, água, gôndolas, máscaras, logo peguei uma embarcação que ia par
a Murano, saia do famoso grande canal. Murano é uma micro “ilha” que se faz o famoso Murano, andei pelas lojinhas, fui às demonstrações do povo fazendo os vasos e tudo mais, como estava de mochilão não tinha como comprar um vaso, né?! Me contentei com uns pingentes e pulseiras.

Já na volta fui à Piazza San Marco, e à basílica, Palácio Ducal, e à Ponte do Suspiro, que para minha tristeza estava em reforma. O passeio de gôndola não rolou, primeiro pq eu estava sozinha e depois… era caríssimo.IMG_5281

Já a noite, retornei ao hostel e para minha surpresa o preço que eu havia pago (20 EUR – que é caríssimo para um hostel), era apenas para a cama, mas para ter lençol tinha que pagar a mais, cobertor, mais ainda para travesseiro… ficaria mais caro que um hotel, e como não estava podendo resolvi não alugar nada, o colchão estava nojento e fazia muito frio… Obviamente peguei meu casaco de neve, meu cachecol, gorro e luvas e assim dormi (quentinha e sem encostar no colchão kkkkk). Na manhã seguinte eu ia para Trento!

 

 

Veneza by Marcella:

Também fui de trem de Florença a Veneza (mas dei uma parada rápida em Ferrara – que depois eu conto como foi). Eu já tinha reservado a minha hospedagem… mas não era um hostel… er a um hotel coDSC07199m quarto compartilhado (um lixoooo e caríssimo!!!! E ficava meia hora de ônibus da Veneza que todo mundo c onhece… entre as águas!). Fiquei lá 3 dias… e confesso que foi uma das cidades mais deprimentes que fiz em toda a minha vida. Além de ser mega romântica… e os passeios serem para os casais… a energia da cidade é muito ruim (dizem que é por causa das águas mesmo). Durante os 2 dias me sentia cansada, triste e “carregada” ao mesmo tempo. Mas sempre que entrava em alguma igreja e rezava por 5 minutos, melhorava (coisa do capeta mesmo rs). E de novo… não sou uma pessoa 100% religiosa (mas na Italia não tem como não entrar na igreja, rezar por 5 minutos e fazer algum agradecimenDSC07350 (1)to). Veneza é uma loucura mesmo… se em cidades normais eu já me perco pelo menos 1 vez por dia… nem preciso dizer que lá me perdia em todos os passeios que eu ia fazer ne? (ainda bem que meu hotel ficava fora dessa confusão). No último dia conheci uma mexicana muito gente boa… e saímos para passear. E acredita que eu não tinha conhecido uma das principais partes de Veneza de tanto que me perdi sozinha?? Enfim… faz parte dessas nossas aventuras.

Sozinhas em uma das cidades mais românticas do mundo: Florença

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Florença by Agnes:

 

Fui à Florença de tanto que minha mãe sempre falou que era a cidade mais charmosa e linda da Itália.

Saí de Roma bem cedo e peguei um trem até Florença, na noite anterior tinha pego um hostel no hostelboorkers, e fui imaginando que eu cDSC07778hega
ria ao paraíso… fiquei extremamente decepcionada com este local.

Florença, assim como todas as pequenas cidades italianas, tem o clássico Duomo e Palazio Vechio. Cheguei, andei pelo centro, fui ao Duomo, Palácio, aquelas sempre clássicas fontes na praça, à famosa passarela dos joalheiros (apenas ohar, é claro kkkkk), à biblioteca, e de repente era 15 hrs e eu já não sabia o que fazer naquela cidade.

Sozinha em uma cidade romântica?!!! Resolvi sentar em um bom restaurante, comer “aquela macarronada” e tomar uma garrafa de vinho inteira. Então ainda eram 18hrs, voltei para meu hostel (que era super chique com sauna e piscina), e lá fiquei (de shorts e blusa, era inverno, e Tb eu nunca teria um biquíni na minha mala kkkk), e assim terminei meu dia em Florença, na manhã seguinte eu saia para Veneza.

Minha impressão, é um local famoso, acho que quem nunca foi deve ficar um dia (apenas um dia basta!) lá, mas eu não pretendo voltar nunca mais!.

 

 

Florença by Marcella:

 

Eu estava em um momento muito introspectivo e toda essa solidão de uma cidade romântica na Itália, até que me fez bem. Florença era DSC06908a minha 3ª cidade da Itália que eu estava visitando. Também reservei um hostel achando que seria o melhor lugar para ficar… e além de eu me perder quando saí da estação de trem (isso é bem normal quando eu estou sozinha)… era super tarde… e quase não me abriram a porta para eu fazer check-in.

O lugar era bem meia boca… mas isso foi bom para eu passar o dia inteiro na rua. Passei pelos mesmos lugares da Agnes… e como ela disse… mais do mesmo que eu já tinha visto! E claro que eu também tive a ideia de jantar em um restaurante (porque amo comida italiana)… e me dei ao luxo até de beber um vinho naquele cenário maravilhoso. Fim da noite: o garçom ficou me xavecando… e dizia que até casava comigo (perdi a oportunidade do meu passaporte italiano ne? Rs).

 

Conclusão: deveríamos ter ido à Florença juntas, seria mais divertido!!!!!!DSC06911

Portugal: poucos dias e muitas paradas!!!!

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  1. Comer leitoa da bairrada, Pastel de Belém (a parte do bacalhau nós passamos!!)
  2. Aquele pedido básico na Igreja de Santo Antonio, em Lisboa
  3. Clássica foto tomando um café com Fernando Pessoa
  4. O passeio por Belém é indispensável
  5. Ir a praia

 

Pegamos um vôo de Madri para Cidade do Porto, ficamos lá só uma noite… é super bonitinho, mas bem complicado andar naquelas ruelinhas (acho que ficamos umas 2 horas tentando achar um caminho para algum restaurante… e quando chegamos na “rua” dos restaurantes, só tinha peixe de comida… sentamos em um boteco para tomar uma cerveja e comer um pão com queijo).

Dormimos em um albergue, pois na manha seguinte encontraríamos uma amiga minha no aeroporto e pegaríamos carona com a vó dela para Aveiro (eu ia ficar na casa dela em Aveiro). Ah! No aeroporto encontramos a Ana Maria Braga!!!! Obviamente tietamos e tiramos foto.DSC04874

No dia seguinte nos separamos, eu fui com a Família da Paolinha em Aveiro e a Agnes para casa da família dela….  A Agnes encontrou alguns parentes na estação de trem de Aveiro, e de lá foi para a “terrinha da família”: Sever do Vouga, uma minúscula cidade no meio de Portugal, passou os dias indo de casa em casa, conhecendo as Tias Avós, primos (apenas o avô dela mudou para o Brasil quando era jovem…), e mesmo naquela pequena cidade, conseguiu junto com sua prima Marta, pegar uma baladinha e beber absinto kkkkk. Tb comeu a famosa leitoa da bairrada, e os ovos moles (doce típico da região!!)

DSC06695Em Aveiro, fiquei com a minha melhor amiga (que estava estudando na Espanha também), na casa da avó dela, passeando um pouco, comendo e dormindo bem!! Uma das melhores histórias que lembro dessa viagem foi quando pegamos o carro da avó dela… e não encontrávamos mais o caminho de volta. Foi quando eu tive uma grande ideia de perguntar no ponto de ônibus para um menino (mais ou menos da nossa idade) onde era a rua “x”… e aí ele me disse (com aquele sotaque de português – que eu amo): Olha, você pode ir reto, pegar a estrada e depois virar na “tumba”. Falei muito obrigada, fechei a janela e, com uma cara meio desesperada disse para a minha amiga: “F**, estamos muitoooo longe… temos que pegar uma estrada… e ainda vai passar por uma tumba. Onde estamos????”. Ela não se aguentou de tanto rir…  e me explicou que estrada era a rua em que estávamos… e a “tumba” era a “rotunda” que significa rotatória. Nem preciso dizer que depois de 5 minutos estávamos na casa da vó dela, sã e salvas kkk.

Fui para Lisboa 2 dias antes da Agnes… junto com a minha amiga e com as primas dela (que são portuguesas também). Então, de maneira rápida, conheci a cidade com elas (e fiquei impressionada como as pessoas que moram lá sabem explicar tudo sobre a historia e os pontos turísticos – me imaginei no centro de SP dizendo, esse é o Teatro Municipal, esse é o Mercadão… e só!!! Essa é a grande diferença com a Europa… na minha opinião).

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Depois de alguns dias, minha amiga ia voltar para a Espanha (porque ela fazia um Master e tinha que ir nas aulas) e eu e a Agnes íamos ficar mais um tempo (nem sei porque podíamos ficar mais dia lá e não perder aulas também… acho que era feriado em nossa cidade, algo assim rs). Combinamos de nos encontra em Lisboa mesmo (mas, a Agnes como sempre estava sem celular, o que dificultava um pouco. Para piorar… eu não encontrava o hostel, nem a rua, nem o numero, enfim… fiquei desesperada… como ia encontrar com ela??? E onde eu ia dormir??? – Um smartphone com internet faria toda a diferença nessa época. Mas, nós duas tivemos a mesma ideia… ir para um
cyber café e tentar a comunicação… e aí ela me passou as coordenadas para chegar lá!!) Quando cheguei no albergue ela não estava, já tinha saído com uns alemães e canadenses para uma praia… só nos encontramos a noite.DSC04924

O albergue era terrível… uma casa pequena, sem nenhuma estrutura, e apenas um banheiro… que por sinal entupiu… Foi a primeira vez (e a última rs) que a Agnes ficou responsável pela escolha do hostel (era a 2ª vez que estávamos viajando juntas). Quando encontrei com ela, perguntei como ela tinha escolhido aquele muquifo e ela tinha gostado tanto de gastar pouco em hostel que não teve dúvidas e fez o ranking por preço e pegou o mais barato… quase matei ela (mas depois ela aprendeu que a escolha de um hostel envolve algumas variáveis como preço, localização, recomendação hahaha).

Lisboa é apaixonante… (um mistura de Madri e Barcelona, eu diria), fora a história… os monumentos (tudo aquilo que aprendemos um dia na escola,  fazia sentido) andamos mtoooo…  fomos obviamente à igreja de Santo Antonio (afinalDSC04955 ninguém aqui quer ficar solteira kkkkk mas só deu certo para a Agnes… o meu Santinho que eu trouxe continua de cabeça para baixo… de castigo rs), ao Castelo de São Jorge (a Agnes Corinthiana pirou!!!), a famosa estatua do “Café com Fernand
o Pessoa”, sem contar as inúmeras lojinhas que parávamos, uma a uma. Já em Belém, o Monumento do Descobrimeto, a Torre de Belém, e os pasteiszinhos são maravilhosos! O outro dia ir tiramos para a praia….

A noite, além das pessoas malucas
do nosso hostel jantando com a gente… queríamos badalar (claro)… mas não descobrimos nenhuma balada que nos encorajava ir… então seguimos a dica de alguém e fomos ao famoso bairro alto, uma rua cheia de barzinhos… meio universtiaria… e lá iniciamos nossa peregrinação… que foi andar pelas ruas, procurando pessoas legais e divertidas para uma boa conversa!! Confesso que estávamos muito cansadas nesse dia… e chegamos a conhecer um pessoal… entrar em uns bares… tomar uma cerveja… mas não duramos mais do que 3 horas nessa noite… e voltamos para o hostel.

Apesar de não termos muito tempo em Portugal, nos apaixonamos por aquela terra, super indicamos a viagem!!!!

Marcella Romani