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Entrevista da semana: Agnes Sacilotto

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Hoje começamos uma nova sessão no blog: entrevista da semana!

E nada melhor do que começar com uma entrevista com a Agnes: 26 anos, nasceu para viajar, 25 países conquistados, ainda faltam 166… conheça um pouco mais sobre essa minha amiga, companheira de viagens e de aventuras (algumas que nunca iremos revelar rs).

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MA: Gui, de todas as viagens que você já fez, qual foi a mais inesquecível (ou que te marcou de alguma maneira melhor?)

GUI: Foi a Tailândia! Sem dúvidas o melhor lugar que já fui, ótimo em todos as sentidos!

MA: E das viagens da nossa época na Europa, qual foi a melhor na sua opinião?

GUI: Todas foram incríveis, mas eu destacaria a ida para o Marrocos, que foi muito empolgante. E também a viagem que fiz com meu irmão: Amsterdã, Berlim e Praga, que temos muitas histórias divertidas.

MA: Aquela pergunta bem da nossa época de criança… praia ou campo?

GUI: Praia, com certeza.

MA: O que você faria com uma passagem de volta ao mundo nas mãos para 90 dias (que lugares escolheria)?

GUI: Daria a volta ao mundo rs. Iniciaria pela América Central, então iria para Austrália e Nova Zelândia, de lá faria o Sudeste Asiático (local que perderia mais tempo, com ctz), de lá Himalaia, Índia, entraria para o Oriente Médio, Norte da África, uma voltinha na Europa e pronto.

MA: Quais são os 3 lugares que mais você quer conhecer antes de morrer?

GUI: Vietnã, Rússia e Madagascar.

Semana que vem é a vez dela!! Aguardem.

Marcella Romani

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San Andres: open food, open bar e open vida!!!

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E o tão esperado momento chegou (na metade da nossa viagem): conhecer a famosa ilha de San Andres! Confesso que estava com um pouquinho de medo… todo mundo dizia que era um lugar fabuloso… mas que não tinha NADA para fazer! Realmente… não tem muitas atrações… a ilha é bem pequena… mas é incrível!!!!!

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Primeiro que, sem querer, escolhemos o melhor hotel da cidade… all inclusive!!!! Com vista para o mar azul (azul mesmo!!!). O hotel faz parte da rede Decameron – o nosso era o Isleno. Mas os outros hotéis são bem diferentes… alguns bem ruins. Os únicos dois que valeria a pena se hospedar também é o Mar Azul e o Aquarium.

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O tempo em San Andres é muito engraçado. As 7am é um sol de queimar já. Acordávamos umas 8am… e era só o tempo de ir tomar café e colocar as coisas na piscina, que o tempo fechava e caía a maior chuva. Aí já pensávamos… “que ódio… e o sol??”. Voltávamos para o quarto… e ficávamos na cama… esperando a chuva passar (eu na verdade aproveitava para i na academia). Depois de 1h30, abria um sol incrível… e ficávamos o dia todo na piscina. Vai entender ne? Passamos 4 dias lá… e os 4 dias foram assim… sol e chuva!!!

Ah, e foram dias mais tranquilos… sem passeios… sem barco… sem mergulho (até tem esse tipo de passeio por lá… mas já tínhamos esgotado nossa disposição e nosso dinheiro para isso, então aproveitamos mais o hotel).

Apenas um dia ficamos fora… alugamos um carrinho de golf (isso é uma coisa legal para fazer) para dar a volta na ilha (sim… aquele que anda a 10km/h… mesmo porque é a velocidade máxima permitida na ilha haha brincadeira… é 30 Km/h). Ficamos com um pouco de medo de não dar tempo (tínhamos o dia todo de aluguel) até descobrirmos que a ilha toda, sem paradas, faríamos em 2 horas. Bom, a única parada que fizemos foi na Piscinita (pulamos uns 2 pontos turísticos que não nos pareceu ser muito legal). A Piscinita é bem legal (e só eu tive coragem de entrar)… você joga pão e os peixes aparecem em bando… é lindo demais. Dá um pouco de aflição de nadar com eles… mas me deram uma dica: ficar de pés para cima para eles não me “sugarem” achando que eu era comida!

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A noite, os hotéis tem as programações de shows… jantar, etc. De quinta a sábado tem algumas baladinhas (de reggaeton, claro) para ir!! Todo dia fomos jantar em um dos restaurantes dos hotéis (almoçar também). Os meus preferidos foram: Island (o do meu hotel), Las Brujas (do hotel Aquarium – mesmo só servindo peixe), Pastafari (no hotel San Luis). A balada que íamos era a Coco Loco (ao lado do hotel Delfines). Mas na hora começamos a beber no hotel… e por lá ficamos até as 4am conversando com outros hospedes e curtindo um som ambiente (que velhas ne rs?).

Além disso, San Andres é um Duty Free a céu aberto (maravilhoso)… então aproveitamos para fazer umas comprinhas… claro!! (vale muito a pena).

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Marcella Romani

10 dicas para quem quer ir (ou vai) para Colômbia

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Quer ir para Colômbia e não sabe por onde começar? Leia essas dicas e comece a planejar sua próxima viagem!!

  1. Acompanhe as promoções de passagens até Bogotá (no feriado do dia 20 de novembro, a Tam/Lan fez uma promoção incrível); e se reservar com antecedência, é possível encontrar voos a partir de 15 mil milhas! (eu sempre acompanho essas promoções no site Melhores Destinosmelhoresdestinos.com.br);
  2. Verifique os voos internos pela companhia low cost Viva Colombia (vivacolombia.co). As passagens chegam a ser a metade do preço da Copa Airlines e Avianca (só verifique os destinos que ela voa);
  3. Se for para Bogotá, leve roupas de frio – lá sempre é frio. E se quiser sair a noite… Capriche no visual (porque o pessoal lá se arruma muito): mulheres, salto; homens, camisa social;
  4. Em Bogotá, reserve um taxi para fazer a Catedral de Sal e depois ir comer no Andres Carne de Res – além de economizar no transporte, economiza no tempo também;
  5. Em Cartagena, fique em um hotel mais simples (será apenas para dormir). O dia inteiro você ficará nos passeios nas ilhas. Se quiser ficar dentro da muralha, provavelmente o hotel terá um cheiro de mofo. Fora da muralha estão os hotéis mais “moderninhos”. Se quiser dormir em alguma ilha, escolha a Cocoliso (o hotel é incrível);
  6. Em San Andres você tem 2 opcoes: ficar em um hotel 5 estrelas e aproveitar a estrutura que ele oferece. Ou ficar em um hotel mais barato (e sem estrutura) e aproveitar os passeios que a Ilha tem (são vários passeios de barco);
  7. San Andres: duty free a céu aberto. Entao aproveite para as comprinhas de eletrônicos, maquiagens, cosméticos, óculos, etc…
  8. Dinheiro: a melhor opção na Colômbia é sacar o dinheiro na hora. As casas de cambio geralmente pagam muito menos (não sei se é assim em outro lugares). Mesmo com o dólar alto, valeu mais a pena sacar do que trocar os R$ que eu levei para lá. Trocar dólar? Nem pensar! Mas lembre-se, faça as contas sempre antes de sacar… e antes de ir viajar, verifique com o seu banco quais são as taxas cobradas para saque internacional. E sempre saque o maior valor possível (para a taxa se dissolver em centavos);
  9. Outras cidades que eu teria ido (mas ainda vou voltar): Medellin (dizem que é uma cidade bem jovem, com baladas e considerada como uma das melhores cidades para viver na América Latina (Fonte: Exame); Providencia (uma ilha perto de San Andres. Dizem que é bem alternativa… mas que o mar de 7 cores é maravilhoso); Santa Marta (mais um destino de praia e perto do Parque Nacional Tayrona); Barranquilla (destino bom durante o Carnaval… dizem que é bem parecido com o nosso);
  10. .. e na hora das compras… NEGOCIE!!!! Todos os preços que te falam (os mercadinhos, passeios e taxi) é super hiper mega faturado!!! (porque tem gringo que paga ne?)

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Marcella Romani

Las colombinas: um roteiro de 12 dias na Colômbia!!

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IMG_20141120_084611E mais umas férias passaram… e eu aqui de volta para dar algumas dicas e contar algumas de nossas aventuras!! Como em outros posts, vou contar bem rápido como foram meus 12 dias na Colômbia… e depois eu escrevo um pouco mais sobre cada lugar… dicas importantes para quem vai viajar pra lá… e lugares que não fui, mas quero voltar!!

Primeiro, acho que é legal contar como foi que paramos nas praias da Colômbia. O plano A era ir para o Hawai com a Lu (uma das minhas amigas). Mas quando colocamos o plano no papel, vimos que era inviável pelo budget (só de passagem ia ser R$ 5 mil). Então resolvemos postergar um pouco as ilhas havaianas… e procurar um destino parecido… e mais “em conta”. Foi quando eu pensei em Cartagena (tinha muitas amigas que falavam de lá e tinha muita vontade de conhecer). No final, quando colocamos o plano B no papel, incluímos mais alguns lugares e o preço final ficou dentro que havíamos planejado (mais que a metade do preço do Hawai). A Bel resolveu ir nos 45 minutos do último tempo… estávamos em uma festa no Guarujá… até que eu tive uma grande ideia: Bel, porque você não vai para a Colômbia! E acho que foi uma das melhores ideias que já tivemos, né Lu? #abelfoipracolombia

Um resumo bem rápido do nosso roteiro:

Dia 1: SP-Bogota

Ficamos hospedadas no Ibis Museo (pelo preço e porque não pesquisamos nenhum hotel mais perto das zonas turísticas). Ia ser apenas 1 noite também (estava ótimo). Chegamos a noite já e morrendo de fome. Fomos ao restaurante na frente do hotel chamado Misia (uma delicia).

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Dia 2: Saímos para o aeroporto bem cedo rumo a Cartagena!!

Obs: os vôos internos fizemos com a Viva Colombia (é uma companhia low cost de lá). Muito bom… mas é aquele esquema Ryanair (respirou, pagou rs). Então, tem que tomar cuidado com o número de malas que contrata na hora de comprar a passagem (e lógico que nos demos mal… o peso excedeu… e tivemos que pagar mala a parte!!). Ah, e como todas as companhias low cost… os vôos atrasam muito!! O nosso atrasou porque estava com problema no motor!! =( MEDO!. Mas no final deu tudo certo!!

Assim que chegamos em Cartagena, fomos ao Hotel Capilla del Mar (fora das muralhas). Ficamos na piscina e depois fomos conhecer a praia (uma decepção!!! A praia é feia… e o mar escuro). Mas não desanimamos e fomos conhecer a cidade (dentro das muralhas) e aproveitamos para almoçar no Hard Rock (sim, eu tenho amigas chatas para comer que nem eu e queríamos comer hambúrguer!!).

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À noite nos enfiamos em um famoso passeio do “Chivas” (em um outro post comento sobre essa fria que nos metemos hahah)

Dia 3: Fomos logo cedo ao porto para ir para a 1º passeio que compramos: Isla del rosário y Playa Blanca (Baru). Paramos no meio do caminho para fazer snorkel e depois passamos o dia na Playa Blanca (um pouco de farofa… mas um lugar bem bonito). Voltamos no final do dia e fomos direto ao Café del Mar (é um bar super conhecido em Cartagena para ver o pôr do Sol). Aliás, quase perdemos o Sol porque ficamos entrando em todas as lojinhas (coisas de mulher ne)

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Dia 4: Mais um dia de passeio: Cocoliso Resort. É uma ilha particular que tem um hotel (que até é possível se hospedar, mas acho que não é muito divertido). Ficamos lá o dia todo, a praia é linda… a estrutura do hotel é ótima… fui atacada por um macaco rs (mas essa historia eu conto depois)… enfim, para mim, a melhor praia de Cartagena!! Chegamos no final do dia… e estávamos tão cansadas que só deu tempo de ir comer uma pizza no centrinho e “morrer” no hotel… ah detalhe, a Lu (minha amiga) teve a maior crise de labirintite do mundo!!! E além de tudo, achamos que íamos embora no dia seguinte… mas não! Tinhamos mais 1 dia em Cartagena!

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Dia 5: Resolvemos fazer mais um passeio: Isla del Encanto. Bem bonita, mas mais rústica. O mar não era tão bonito também. E acho que já estávamos cansadas de andar de barco, sol e piscina rs. Mas ficamos lá o dia todo… sem reclamar!!

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Dia 6: dia de ir para San Andres. Chegamos no Hotel… e descobrimos que era o único hotel 5 estrelas da cidade (isso foi uma sorte… porque não sabíamos). O Hotel era da rede Decameron e o nosso era o Isleno. Chegamos já no final do dia… então jantamos e fomos dar uma volta. San Andres é incrível: Duty Free a ceu aberto rs! É tudo sem imposto! Vale muito a pena comprar algumas coisas (perfume, óculos, maquiagem, etc).

Dia 7: aproveitamos o nosso hotel… e ficamos o dia todo na piscina, fizemos massagem e almoçamos no restaurante do lado (Island). Na frente do hotel tinha uma praia maravilhosa… mar azul… mas de novo… meio farofa… sem lugar para sentar… e mar com onda (eu não gosto rs). O jantar foi no Pastafari (apelidado por nós de Rastafari! Haha). Esse restaurante ficava em outro hotel da rede Decameron… o hotel não era bom, mas a comida era incrível!

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Dia 8: tour em toda ilha San Andres. Alugamos um carrinho de golf e demos uma volta na ilha. A ilha é tao pequena… que com o carrinho, sem parar, a volta se completa em 2 horas. Mas nós paramos na Piscinita (que é uma parte do mar com pedras e peixes – lindo demais). Paramos para visitar todos os hotéis da rede… mas nada demais! Almoçamos em um deles… e inclusive estava muito ruim!!! No meio do dia começou a chover muito. Isso foi ruim porque estragou um pouco o passeio. Voltamos mais cedo para o hotel para nos arrumarmos para o jantar. O jantar foi no Delfine… e chegamos de carrinho de golf também, mas foi o maior perrengue para chegar… porque estava chovendo… chegamos encharcadas!

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Dia 9: desistimos das praias e ficamos o dia todo na piscina. Na hora do almoço fomos ao restaurante Las Brujas – no Hotel Aquarium. Tirando que só tinha peixes e frutos do mar… estava muito bom rs (mas eu comi mesmo assim) e a vista era maravilhosa. A tarde ficamos um pouco nesse hotel tomando sol… e no mar!! O jantar foi no Rodeo – em outro hotel (Mar Azul). E a noite, o plano era ir para a balada Cocoloco... mas acabamos ficando no hotel curtindo uma musiquinha e aproveitando o “open bar” que tínhamos direito.

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Dia 10: Eu acordei cedinho para aproveitar as últimas horas de Sol. A Bel e a Lu aproveitaram as ultimas horas da cama do hotel rs. A tarde fomos para o aeroporto… rumo a Bogotá. Chegamos a noite… e fomos direto para a Zona T fazer compras (estava muito frio e eu não tinha levado muita roupa… e para sair a noite as pessoas são muito chiques lá. Tive que comprar uma bota e um casaco de couro).

Dia 11: Acordamos bem cedo e fomos a Catedral de Sal. Fica em uma cidade há 1 hora de Bogotá. E fizemos um esquema muito bom!! Fechamos o dia todo com um taxi (para ir até a Catedral e depois levar a gente no Andres Carne de Res para almoçar – foi 160 mil pesos). As duas partes do passeio foram incríveis (depois conto mais detalhes). A noite fomos al “El Fabuloso” com uns amigos que conhecíamos em Bogotá (a balada que queríamos… que tocava de tudo… inclusive musicas latinas).

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Dia 12: comigo não tem moleza… mesmo chegando as 4am no hotel… todas estavam de pé as 8am (só de corpo… a alma deixamos em algum lugar)… e fomos a Montserrat (o lugar que dá para ver (Bogotá inteiro). Ah, e tivemos companhia… porque encontrei o Claudinho (meu amigo de SP)… ele estava a trabalho com a chefe dele… então fomos todos juntos! De lá fomos para a feirinha de Usaquen (mercado de pulgas). E depois fomos direto para o aeroporto.

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E assim, mais uma viagem acabou… com vontade de “quero mais”!! (E na Colômbia tem muitos lugares para visitar).

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The end!!!

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O que aprendemos com a Itália:

  • Que países românticos devem ser feitos com mais pessoas (seja um casal… ou uma amiga engraçada)
  • Que deveríamos ter feito esse país juntas
  • Ir sem planejamento de onde dormir… o que fazer… e que cidades visitar nem sempre é a melhor forma de viajar
  • Comer sozinha dá muita preguiça, mas na Itália não tem como não sentar em um restaurante e se deliciar com as massas

By Agnes:

Roteiro: Trento/ Madrano/MilãoDSC07860

Fui à Trento para conhecer uma parte da minha família, de lá eu iria à Madrano conhecer a famosa Zia Maria, poucos dias antes de eu embarcar não estávamos conseguindo falar com ninguém que lá morava, e meu pai na maior normalidade disse: vá à Madrano e pergunte pela Maria Cristofolini (superrrr sussa… kkkkkkk).

Por sorte, 2 dias antes falamos com o Matteo, meu primo que foi me buscar na estação de trem. Fizemos um pequeno tour por Trento, uma mini cidade, quase na Áustria, fomos aos clássicos duomo, fonte, praça, castelo (mal sabia eu que um outro primo Andrea tinha um restaurante, e lá almocei) e conhecia Zia Rita, Zia Rosa, Andrea, e mais vários familiares. Eu falava em inglês, as vezes português, tentava decifrar o italiano, mas nos entendíamos.

DSC07868Naquela tarde fomos à Madrano, na casa da Zia Maria, para um super café da tarde. Ainda naquela noite sai com meus primos para uma baladinha tipo “flash back”, me acabei de tomar Apperol Spritz.

Dormi na casa da Zia Rosa, e na manha seguinte seu marido super simpático querendo conversar comigo em italiano e eu não entendendo nada, e ele perguntava do meu “fratello”, e eu perguntava em inglês e ele não entendi e eu nada em italiano, as tantas conseguimos um dicionário italiano-inglês, que facilitou a vida… e fratello=irmão… queriam saber do Renê kkkkkkk

Nessa noite já fui para Milão!

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Milão é sensacional para compras!!! Pena que eu estava sem $$$), mas consegui comprar várias coisinhas que estavam em promoção, afinal era fim de inverno. A Via Montelaponeone é um sonho, só aquelas marcas maravilhosas, uma do lado da outra…

DSC07875No centro o duomo é maravilhoso, Galleria Vittorio Emanuele, Via della Spiga, e o melhor sorvete que tomei na minha vida foi lá, de Capuccino, devia estar uns 3°C, mas eu comprei sorvete!!!!

Para meu segundo dia, dei uma super volta a pé: Castelo Sforzesco, Parque Sempione, Arco della Pace. Achei Milão meio fraca em relação a pontos turísticos, mas caso esteja por perto, vale uma passada.

Naquela madrugada eu ia embora… meu vôo era as 6 da manhã, porém Ryanair sempre sai do aeroporto mais longe do mundo e me informaram que o trajeto até o aeroporto era de 1 hora. Então calculei tudo, saia do hostel às 3h30min, pegava o bus das 4h que saia da estação de trem e às 5h estaria no aeroporto (imaginava pegar um taxi até a estação de trem que era longe). Acordei e não tinha ninguém na recepção do hostel que pudesse chamar um taxi… sai correndo desesperada para a estação de trem, e ainda começou a nevar para minha sorte (imagina eu correndo na neve com uma mochila super pesada). No caminho vi um taxi passado, sai gritando, o taxista estava levando um cara mtooooo bêbado embora de uma balada. Não deu outra, pedi uma carona, e eles deram!!! Kkkkk Enfim, cheguei a tempo de pegar o trem e o avião… de lá eu ia para Pamplona, arrumar minha mudança e em 2 dias voltaria ao Brasil!

By Marcella

Roteiro: Pisa/Luca/Ferrara/Bologna

A minha ida para a Itália foi Ryanair (para variar)… encontrei um bilhete por 8 euros (de Barcelona até Pisa)!!!

De Pamplona até Barcelona eram aproximadamente 5 horas de trem. Mas, a minha melhor amiga estava morando lá (a mesma que foi comigo para Portugal)… então aproveitei para fazer uma visitinha (desde 5ª feira) e passar o final de semana com ela antes de começar a minha aventura (que seria no domingo).

A aventura já começou no aeroporto de Girona (Espanha) quando fui pegar o vôo as 6 da manhã. Todo mundo tinha impresso o tkt do vôo sem o código de barras (porque nessas companhias low-cost era cobrado até para respirar!! Então imprimíamos tudo em casa… mas tinha um truque para sair no tamanho certo… e obvio que eu não sabia – depois desse dia eu aprendi). Depois de muita confusão, consegui reimprimir o tkt e embarquei (Mas não fui só eu que tive essa infelicidade… As pessoas começaram a chegar no aeroporto e formou um grupo de mais ou menos 20 e quase rolou uma manifestação na frente do balcão de atendimento… e claro, que tinha mais brasileiros no meio).

Minha primeira parada foi em Pisa… e o meu trem já saía no mesmo dia para Luca. Na minha cabeça era só a torre de Pisa que tinha para visitar… e era mesmo!! Ainda sobrou muito tempo para eu andar na cidade sem rumo e sem direção… e muito tempo para eu tirar todas as fotos possíveis e imaginarias com a torre (que pena que eu estava sozinha e não dava para ficar testando as poses… então nem deu muito certo).

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Saí de lá no final da tarde e fui para Luca. E aí vem a pergunta… por que Luca? Porque é a cidade dos meus bisavós… e eu encasquetei na época de ir até lá para encontrar alguma informação da minha família (para conseguir tirar a cidadania italiana)… parecia um bom plano… #soquenao. A única coisa que encontrei foi algumas pessoas com o mesmo sobrenome que o meu (Romani)… e no endereço que o nosso processo de cidadania indicava… morava um “Romani” que sofria de Alzheimer… depois disso… desisti e fui para Florença (que já contei aqui como foi). Ou seja… Luca não teve nada de mais, tirando a pracinha… e a macarronada que comi lá!

DSC06891De Florença, fui para Bologna! Foi uma experiência engraçada… porque uma amiga minha tinha morado lá e falava que era demais. Mas eu não dei muita sorte porque peguei muita chuva (chuva e frio sempre estraga um pouco o turismo ne?), o meu hostel era na PQP (me desculpe) e eu demorava 40 minutos para ir até o centro. Como eu ia ficar apenas 1 dia lá… fiquei um pouco estressada com isso… e acabei conhecendo super rápido a cidade. Mas tirando isso a cidade é bonitinha… e parece que é cheia de festas… mas sozinha, ficava bem difícil (e não conheci ninguém no hostel).

Aqui cabe um PS: na Itália foi muito engraçado e diferente de todos os lugares que já visitei em toda a minha vida. Era incrível, não conhecia ninguém (tirando a Mexicana do ultimo dia em Veneza)… parecia que quando eu entrava nos hostels… as pessoas saiam. Bizarro!!!

De Bologna eu ia para Veneza direto… mas como tinha um dia todo… resolvi parar em Ferrara (cidade dos pais do meu avô) que é muito bonitinha… meio medieval… cheia de castelinhos. Gostei!!

Chegando em Veneza… passei mais 3 dias naquele labirinto (como já contei no post anterior) e para voltar… meu vôo saia de Pisa (desvantagens de voos baratos na Europa). Ou seja, tive que voltar tudoooooo… passando por Florença (e dormindo uma noite lá) e depois Pisa… foi quase uma via sacra essa viagem.

Depois disso você deve estar pensando que nunca mais viajei sozinha ne? Errou!!! Está aí uma das coisas que mais gosto de fazer quando estou estressada… confusa ou com algum problema. Pegar a minha mochila e ir para algum lugar do mundo!

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De Toscana à Milão!

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Todos os blogs relatam os motivos de viajar sozinha… e nós concordo 100% com todos eles (liberdade, autoconhecimento, novos amigos, etc)… mas ninguém conta das dificuldades (que geralmente viram historias engraçadas – ou trágico cômicas – para rir pelo resto da sua vida). E é por isso que essa semana vamos fazer um post sobre a nossa experiência (separadas) na Itália… A minha que vai de Pisa à Veneza… passando por Roma, Ferrara, Luca; E a Agnes que foi de Roma à Milão, passando por Veneza e Florença e Trento.

Mas, para começar essa história, vamos listar quais são os pontos negativos (ou pelo menos engraçados) de quando se viaja sozinha:

  1. Você tem que pedir sempre para algum estranho tirar as fotos em monumentos/paisagens (o risco de não sair legal é muito grande e não é possível repetir – a não ser que você seja muitoooo cara de pau)
  2. Se alguma coisa é engraçada, não tem ninguém para você compartilhar a piada (vai parecer uma louca rindo sozinha)
  3. Quarto compartilhado em hostel nem sempre tem as pessoas mais normais do mundo (na verdade a maioria das pessoas são beeem esquisitas).
  4. Quando você conhece pessoas legais…. as amizades que você faz são por pouco tempo (logo depois cada um segue seu próprio roteiro).
  5. Não tem ninguém para te ajudar (ou te avisar) que você está olhando o mapa errado (ou indo para a direção contrária). Ás vezes você acaba se dando conta um pouco tarde.
  6. Não é interessante sentar em um restaurante e passar horas apreciando a comida sozinha, por isso na maioria das vezes acabamos comendo qualquer porcaria na rua (na Itália então, é mais chato ainda… porque o programa mais legal de fazer lá é comer!!).
  7. Cidades mais românticas (como Paris e Veneza), acabam sendo um pouco deprimentes, mas tudo bem, nos divertimos mesmo assim!

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Era novembro eu (Marcella) tomei uma decisão: vou passar 1 semana na Itália SOZINHA!! (isso porque a Agnes ela ia para a Itália em Janeiro encontrar a família dela). E pela Ryanair, encontrei um bilhete por 8 euros (de Barcelona até Pisa).

Meu roteiro:
Pisa – Luca – Florença – Ferrara – Veneza
Transporte: Trem (adoroooo a facilidade da Europa de viajar de trem)
Duração: 8 dias

Agnes:
Foi a última viagem dela antes de voltar para o Brasil, tinha que ir para o Norte da Itália encontrar uma Tia avó, então resolveu passear um pouco também.
Roteiro: Roma – Florença – Veneza – Trento – Madrano – Milão
Transporte: Trem (melhor meio de transporte do mundo!!!)
Duração: 9 dias

Nessa semana vocês irão acompanhar um pouco das 2 versões da historia… e das cidades italianas.

Mas, independente das experiências… e das coisas erradas… continuamos achando que todo mundo deve viajar sozinho (para qualquer lugar que seja) uma vez na vida!

Mas cuidado, se esse bicho te picar, viajar sozinho vira um vício… e depois é difícil querer incluir alguém no seu roteiro!

 

A última semana em Los Angeles

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Depois das minhas aventuras em San Diego e San Francisco… eu ainda tinha uma semana útil de férias em Los Angeles que dividi em:

1º dia: Universal Studios (precisa de 1 dia para conhecer e aproveitar o parque todo)

2º dia: Disneyland (Anaheim) – o ideal é ficar 2 dias (1 dia por parque)

3º dia: Malibu (a minha preferida!!!)

4º e 5º dia: City Tour LA

Universal Studios: vale muito a pena visitar. Parece mesmo que você está nos filmes de Hollywood!!! Além dos simuladores e uma montanha russa (que eu não fui)… tem o tour dentro dos estúdios… e se der sorte… pode ver alguma gravação na hora. Eu passei por uma… mas não faço ideia de que seriado era (eu sou muito perdida).

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Disneyland: como eu não conheço a Disney de Orlando… eu achei o máximo a Disney da Califórnia (tirando as filas infernais dos brinquedos – acho que fiquei mais de 2 horas tentando achar a melhor estratégia para pegar menos fila – e não tem jeito!!! Até tem aqueles esquemas de “fast pass”, mas eu não consegui entender como funcionava (na verdade nem perguntei porque achei que tinha que pagar alguma taxa, então peguei as filas mesmo). Eu fiquei apenas um dia lá (fiz um parque de manhã e outro a tarde). Mas nem preciso falar que fiquei destruída… e depois das 21h eu já não estava vendo mais nada na minha frente. O ideal é ficar 2 dias (1 dia em cada parque) e aproveitar até o final. O Disneyland Park (que foi meu preferido) é para as pessoas quae sonham em conhecer a Disney mesmo… com direito a visita na casa do Mickey e foto com todos os personagens de lá (e é claro que tem que enfrentar uma fila básica e respeitar os horários de fotos com essas celebridades rs). O outro parque, California Adventure, é mais para quem curte brinquedos radicais (montanha russa, roda gingante, brinquedos que te viram de ponta cabeça, etc). Mas, na verdade, os 2 são parques de diversão… e agradam a todos os gostos (até eu que sou medrosa consegui ter várias opções – inclusive os brinquedos infantis).

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Malibu: uma das praias mais famosas da Califórnia. Famosa pelas mansões e pelas férias de muitos artistas ne? Pois é… eu cheguei até lá de busão mesmo (e fiquei com uma raiva… porque pedi ao motorista me avisar quando chegasse… e ele não disse nada… quase fui parar em outra cidade. E quando perguntei para ele se já tinha passado… ele me disse: “Claro!!”.. não entendi nada, sério! O cara era muito mal encarado. Desci do ônibus e fui andando até o Pier). Chegando na praia (tive sorte porque o tempo estava bom e com sol, apesar de ser fim de inverno), desci na areia, estiquei a canga e aproveitei o meu dia da minha maneira preferida – no sol!! Mass não aguentei por tanto tempo assim… porque o vento é muito frio e não consegui entrar no mar. Fiquei mais observando o pessoal surfando mesmo rs (de novo… os surfistas californianos… estava no céu, sério!!). Essa é uma praia que super recomendo de visitar e aproveitar para relaxar um pouco!!

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City Tour: Nos meus últimos 2 dias resolvi conhecer a famosa Los Angeles. Todo mundo me dizia que eu não ia gostar… que não tinha nada de especial… e que só tinha gente louca na rua. Concordo, em parte!!! A parte de Santa Monica, Venice e Marina del Rey é demais (mas eu já tinha conhecido no ano passado quando fui a trabalho). Além de ter varias coisas para fazer, tem praia e as pessoas são muito simpáticas… mas, lá não é a realidade de LA!!! Acordei de manha e peguei o Hop On Hop Off – aqueles ônibus vermelhos de turismo que pode subir e descer a qualquer hora e que passa por todos os pontos mais importantes do local (que aliás, para cidades grandes com pouco tempo de conhecer, é um transporte que vale a pena). Só que em LA esse ônibus tinha 3 rotas (a rota da praia, a rota de Beverly Hills /Hollywood e a rota de Downtown)e com uns horários muito complicados de entender para dar tempo de voltar no local do inicio. Enfim… eu não consegui fazer tudo, obvio!! Vamos aos pontos principais que eu passei:

Chinese Theatre
Walk of Fame (o legal é sentar na rua para tirar foto em uma das entrelas)

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The Grove (muito diferente para nós que estamos acostumados com shopping fechados)

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Farmers Market (é tipo um mercadão com venda de vários alimentos e comidas para experimentar na hora)
Rodeo Drive (a rua mais famosa de Beverly Hills)

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Sinal de Beverly Hills

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Pink’s Hot Dogs (eu não parei para comer porque tinha muita fila, mas dizem que é bom)
LACMA (não entrei no museu… mas não pude deixar de parar na entrada para tirar uma foto no cenário do filme “Friends with benefits”… é demais!!!)

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Roteiro para bike (Santa Monica / Venice / Marina del Rey): 3rd St. Promenade, Pier de Santa Monica, Venice Beach e canais e Marina del Rey

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Placa de Hollywood: o máximo que consegui chegar foi isso!!

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Foi a minha maior decepção durante a minha viagem. Eu achei que era fácil de chegar perto (afinal, todo mundo tem uma foto lá ne?). Mas não… parece que só é possível de chegar de carro. E por incrível que pareça, nem as excursões naqueles carros conversíveis que ficam na calçada da fama conseguem te levar lá (aliás, quando eu perguntei como eu chegava pertinho da placa me disseram que era só com escalada!! Ahahaah mas óbvio que não! Mas, desisti também e me contentei com a foto réplica na Universal Studios).

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Mas quem sabe um dia volto em LA e consigo a tão sonhada foto com a placa…

Marcella Romani