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Entrevista da semana: Agnes Sacilotto

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Hoje começamos uma nova sessão no blog: entrevista da semana!

E nada melhor do que começar com uma entrevista com a Agnes: 26 anos, nasceu para viajar, 25 países conquistados, ainda faltam 166… conheça um pouco mais sobre essa minha amiga, companheira de viagens e de aventuras (algumas que nunca iremos revelar rs).

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MA: Gui, de todas as viagens que você já fez, qual foi a mais inesquecível (ou que te marcou de alguma maneira melhor?)

GUI: Foi a Tailândia! Sem dúvidas o melhor lugar que já fui, ótimo em todos as sentidos!

MA: E das viagens da nossa época na Europa, qual foi a melhor na sua opinião?

GUI: Todas foram incríveis, mas eu destacaria a ida para o Marrocos, que foi muito empolgante. E também a viagem que fiz com meu irmão: Amsterdã, Berlim e Praga, que temos muitas histórias divertidas.

MA: Aquela pergunta bem da nossa época de criança… praia ou campo?

GUI: Praia, com certeza.

MA: O que você faria com uma passagem de volta ao mundo nas mãos para 90 dias (que lugares escolheria)?

GUI: Daria a volta ao mundo rs. Iniciaria pela América Central, então iria para Austrália e Nova Zelândia, de lá faria o Sudeste Asiático (local que perderia mais tempo, com ctz), de lá Himalaia, Índia, entraria para o Oriente Médio, Norte da África, uma voltinha na Europa e pronto.

MA: Quais são os 3 lugares que mais você quer conhecer antes de morrer?

GUI: Vietnã, Rússia e Madagascar.

Semana que vem é a vez dela!! Aguardem.

Marcella Romani

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Última parada: Bogotá

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Como toda cidade grande… agitada, cheias de coisas para fazer, badalada… e muito fria.

Antes de ir não acreditei na previsão do tempo e nem no que as pessoas me falavam! A minha mala era basicamente biquíni, shorts, calça legging e 1 casaco (que usei no avião). Quando cheguei em Bogotá… além de quase morrer de frio… eu não tinha NADA para combinar… e para sair.

Ah, no primeiro dia que chegamos (plena 6ª feira), nas ruas só tinha gente de salto alto e casaco de couro… logo pensei: “me ferrei!!”. Mas nada que uma rua, cheia de lojas internacionais não resolveram meus problemas: 1 bota na Forever 21, 1 casaco e 2 blusas na Pull & Bear! (até que fui bem contida).

Panoramic view of Bogota, Colombia

Primeiro dia (sábado) aproveitamos para ir na Catedral de Sal (que fica em uma cidade há 1 hora de Bogotá). O lugar é maravilhoso. É uma antiga mina de sal… que agora virou uma igreja. Uma das coisas mais lindas que já vi em toda minha vida… e todo o jogo de luzes que eles montaram… com a guia acompanhando nosso tour, faz a visita ficar muito mais emocionante.

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De lá, paramos para almoçar no Andres Carne de Res em Chia. Uma DELICIA!!!! Imperdivel. Obs: dizem que a noite é mais divertido porque rola uma baladinha brega… mas, quisemos economizar em taxi (porque é longe).

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Voltamos para Bogotá e acabamos na Zona T de novo!! Lojas e mais lojas! Ah… e lá encontrei meu japa preferido rs… o Claudinho!!!! Ele trabalhou comigo na Nextel… e claro que hoje em dia somos muito amigos… e até lá essa praga me persegue rs (ele estava a trabalho… sem querer… e claro que adorei encontrar com ele).

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A noite, adivinha?? Mais reggaeton!! Mas dessa vez eu senti firmeza no lugar. Chamava “El Fabuloso”… uma balada no topo de um prédio (de 3 andares rs). Com um ambiente muito agradável e gente da nossa idade (entre 25 e 30 anos). E as musicas?? Ahhhhh… nunca dancei tanto (acho que só quando estive em Buenos Aires em uma balada parecida rs). Vale muito a pena (ah… e não tem muito turista… e nem brasileiros. Aliás, uns brasileiros que conhecemos em Cartagena só indicaram balada eletrônica em Bogotá… como diria a minha amiga Lu “To fuera!!”)

Chegamos no hotel as 4am… e já disse que comigo não tem moleza… as 8am estávamos no taxi (só nosso corpo) para ir a Montserrat. O Claudinho ia encontrar com a gente lá. Chegando lá, nem tinha muita fila para subir. Lá em cima… o que é bonito é a vista… e tem no final um mercadinho (mas, íamos depois no Mercado de Usaquen, então nem comprei nada).

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Ah… segui a dica que me deram: subi de funicular… e desci de teleférico. Não sei se o contrario faz diferença… mas eu curti a ordem!

Saindo de lá fomos ao mercadinho de Usaquen. Usaquen é um bairro de Bogotá… então a feirinha fica meio espalhada em uns 4 quarteiroes. Eu fiquei andando por lá umas 2 horas. Depois, voltamos para o hotel, pegamos as malas…

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E assim… mais uma viagem acabou!!

Marcella Romani

San Andres: open food, open bar e open vida!!!

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E o tão esperado momento chegou (na metade da nossa viagem): conhecer a famosa ilha de San Andres! Confesso que estava com um pouquinho de medo… todo mundo dizia que era um lugar fabuloso… mas que não tinha NADA para fazer! Realmente… não tem muitas atrações… a ilha é bem pequena… mas é incrível!!!!!

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Primeiro que, sem querer, escolhemos o melhor hotel da cidade… all inclusive!!!! Com vista para o mar azul (azul mesmo!!!). O hotel faz parte da rede Decameron – o nosso era o Isleno. Mas os outros hotéis são bem diferentes… alguns bem ruins. Os únicos dois que valeria a pena se hospedar também é o Mar Azul e o Aquarium.

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O tempo em San Andres é muito engraçado. As 7am é um sol de queimar já. Acordávamos umas 8am… e era só o tempo de ir tomar café e colocar as coisas na piscina, que o tempo fechava e caía a maior chuva. Aí já pensávamos… “que ódio… e o sol??”. Voltávamos para o quarto… e ficávamos na cama… esperando a chuva passar (eu na verdade aproveitava para i na academia). Depois de 1h30, abria um sol incrível… e ficávamos o dia todo na piscina. Vai entender ne? Passamos 4 dias lá… e os 4 dias foram assim… sol e chuva!!!

Ah, e foram dias mais tranquilos… sem passeios… sem barco… sem mergulho (até tem esse tipo de passeio por lá… mas já tínhamos esgotado nossa disposição e nosso dinheiro para isso, então aproveitamos mais o hotel).

Apenas um dia ficamos fora… alugamos um carrinho de golf (isso é uma coisa legal para fazer) para dar a volta na ilha (sim… aquele que anda a 10km/h… mesmo porque é a velocidade máxima permitida na ilha haha brincadeira… é 30 Km/h). Ficamos com um pouco de medo de não dar tempo (tínhamos o dia todo de aluguel) até descobrirmos que a ilha toda, sem paradas, faríamos em 2 horas. Bom, a única parada que fizemos foi na Piscinita (pulamos uns 2 pontos turísticos que não nos pareceu ser muito legal). A Piscinita é bem legal (e só eu tive coragem de entrar)… você joga pão e os peixes aparecem em bando… é lindo demais. Dá um pouco de aflição de nadar com eles… mas me deram uma dica: ficar de pés para cima para eles não me “sugarem” achando que eu era comida!

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A noite, os hotéis tem as programações de shows… jantar, etc. De quinta a sábado tem algumas baladinhas (de reggaeton, claro) para ir!! Todo dia fomos jantar em um dos restaurantes dos hotéis (almoçar também). Os meus preferidos foram: Island (o do meu hotel), Las Brujas (do hotel Aquarium – mesmo só servindo peixe), Pastafari (no hotel San Luis). A balada que íamos era a Coco Loco (ao lado do hotel Delfines). Mas na hora começamos a beber no hotel… e por lá ficamos até as 4am conversando com outros hospedes e curtindo um som ambiente (que velhas ne rs?).

Além disso, San Andres é um Duty Free a céu aberto (maravilhoso)… então aproveitamos para fazer umas comprinhas… claro!! (vale muito a pena).

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Marcella Romani

De Toscana à Milão!

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Todos os blogs relatam os motivos de viajar sozinha… e nós concordo 100% com todos eles (liberdade, autoconhecimento, novos amigos, etc)… mas ninguém conta das dificuldades (que geralmente viram historias engraçadas – ou trágico cômicas – para rir pelo resto da sua vida). E é por isso que essa semana vamos fazer um post sobre a nossa experiência (separadas) na Itália… A minha que vai de Pisa à Veneza… passando por Roma, Ferrara, Luca; E a Agnes que foi de Roma à Milão, passando por Veneza e Florença e Trento.

Mas, para começar essa história, vamos listar quais são os pontos negativos (ou pelo menos engraçados) de quando se viaja sozinha:

  1. Você tem que pedir sempre para algum estranho tirar as fotos em monumentos/paisagens (o risco de não sair legal é muito grande e não é possível repetir – a não ser que você seja muitoooo cara de pau)
  2. Se alguma coisa é engraçada, não tem ninguém para você compartilhar a piada (vai parecer uma louca rindo sozinha)
  3. Quarto compartilhado em hostel nem sempre tem as pessoas mais normais do mundo (na verdade a maioria das pessoas são beeem esquisitas).
  4. Quando você conhece pessoas legais…. as amizades que você faz são por pouco tempo (logo depois cada um segue seu próprio roteiro).
  5. Não tem ninguém para te ajudar (ou te avisar) que você está olhando o mapa errado (ou indo para a direção contrária). Ás vezes você acaba se dando conta um pouco tarde.
  6. Não é interessante sentar em um restaurante e passar horas apreciando a comida sozinha, por isso na maioria das vezes acabamos comendo qualquer porcaria na rua (na Itália então, é mais chato ainda… porque o programa mais legal de fazer lá é comer!!).
  7. Cidades mais românticas (como Paris e Veneza), acabam sendo um pouco deprimentes, mas tudo bem, nos divertimos mesmo assim!

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Era novembro eu (Marcella) tomei uma decisão: vou passar 1 semana na Itália SOZINHA!! (isso porque a Agnes ela ia para a Itália em Janeiro encontrar a família dela). E pela Ryanair, encontrei um bilhete por 8 euros (de Barcelona até Pisa).

Meu roteiro:
Pisa – Luca – Florença – Ferrara – Veneza
Transporte: Trem (adoroooo a facilidade da Europa de viajar de trem)
Duração: 8 dias

Agnes:
Foi a última viagem dela antes de voltar para o Brasil, tinha que ir para o Norte da Itália encontrar uma Tia avó, então resolveu passear um pouco também.
Roteiro: Roma – Florença – Veneza – Trento – Madrano – Milão
Transporte: Trem (melhor meio de transporte do mundo!!!)
Duração: 9 dias

Nessa semana vocês irão acompanhar um pouco das 2 versões da historia… e das cidades italianas.

Mas, independente das experiências… e das coisas erradas… continuamos achando que todo mundo deve viajar sozinho (para qualquer lugar que seja) uma vez na vida!

Mas cuidado, se esse bicho te picar, viajar sozinho vira um vício… e depois é difícil querer incluir alguém no seu roteiro!

 

Bonjour Marrakesh: mais uma aventura pela África!

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Continuando no continente africano, vamos falar um pouco de uma experiência que tivemos no Marrocos (enquanto vivíamos na Espanha).

Era dezembro, e já estávamos cansadas de viajar pela Europa… E basicamente, escolhíamos o próximo destino de acordo com as tarifas Ryanair (para quem não sabe, é uma companhia low-cost da Europa). E aí, em uma dessas buscas encontramos: Madrid – Marrakesh: 10 Euros (basicamente pagamos apenas a taxa de embarque)!!!

Porque não ir?? Mas tínhamos um problema: tem alguns países que é perigoso ir sem acompanhantes homens (por mais que a Agnes nunca seguiu muita essas recomendações, eu sou muito medrosa e disse que não iria sem nenhum homem).

Começamos a prospectar os meninos que moravam na mesma cidade que a gente e 2 aceitaram (um brasileiro e um mexicano). Então já começamos a ver o roteiro e onde ficaríamos.

DICAS:

  1. Vá em um grupo (e com homens)DSC05926
  2. Cuidado com as roupas da bagagem – tivemos que andar todos os dias de calça e camiseta
  3. Se está procurando balada e bebida… esquece!!! É quase um retiro espiritual.
  4. Ande de charrete (com cavalos) – mas negocie o preço!!
  5. Lembre-se na hora das compras: negocie… o preço do vendedor é o dobro de seu valor real.
  6. Tome o suco de laranja
  7. Língua falada: eles entendem quase tudo… Até Português eles arriscam de vez em quando, sério! Mas a língua mais utilizada para os turistas é o Francês!

Bom, voltando ao nosso planejamento da viagem… Mais uma vez, a minha amiga aventureira (Agnes) ficou responsável em achar um hostel/pousada porque ela disse que queria ficar dentro dos muros da cidade (não sei ao certo como se chama isso, mas lá em Marrakesh tem uma parte dentro desses muros e outra parte fora)… e que seria uma experiência incrível. Fora a ideia maluca que ela queria emendar o feriado que íamos ter na Espanha para fazer as praias do Marrocos de ônibus, mas conseguimos convencê-la de não fazer isso (quando chegamos lá e ela viu a rodoviária de Marrakesh, ela nos agradeceu de não ter aceitado a proposta inicial dela – as pessoas levam até galinha com elas – imagina o cheio do busão!!)

Chegou o dia de viagem… e lá fomos nós: saímos de Pamplona a noite e chegamos no aeroporto de madrugada (por volta da meia noite), mas o nosso voo era só as 6am (ou seja, dormimos por lá mesmo – o que é muito comum nos aeroportos da Europa quando os voos saem muito cedo) – E o medo de perder o voo ne? Colocamos todos os despertadores para tocar e conseguimos acordar a tempo.

Mapa

De Madrid a Marrakesh são mais ou menos 2 horas de voo (é realmente muito perto) e chegamos bem cedo. Pegamos um taxi e fomos ao “hotel”. Entramos na pelos muros antigos da cidade, e de repente o taxi parou na frente de uma porta e disse: “É aqui”. Saímos do carro e mandamos um dos meninos entrar no lugar antes de nós (diz ele que estava bem escuro e saiu um cara do nada com uma faca – guardada – perguntando o que ele queria. Mas, por incrível que pareça, era o lugar mesmo que íamos ficar). Eu e a Agnes entramos super simpáticas falando “Bonjour” e o cara nem olhou na nossa cara – aí lembramos que estávamos no Marrocos, e lá mulheres não têm muita moral.

Como chegamos cedo demais, o quarto não estava pronto e levaram a gente para o café da manha – na laje. Serviram um café esquisitíssimo e um pão com mosca. A Agnes se divertia com essa parte cultural muito diferente… eu já era mais fresca… e ficava bicando as comidas sem muita certeza do que eu queria. Depois fomos ao nosso quarto… e foi nesse momento que nos sentimos na novela “O Clone”. E tudo lá em Marrakesh parecia coisa de novela.

Deixamos as malas e resolvemos sair para conhecer a cidade. Nem colocamos o pé para fora e quase fomos atropelados por uma moto. No centro da cidade não tem rua, não tem regra, é gente a pé, moto, burro… E quando percebem que você é turista, ferrou!!! Começamos a andar e pedir informação… e cada pessoa falava uma coisa (é para a direita, para a esquerda, pra frente, sei la o que). Nem preciso dizer que rolou uma mal humor (e ainda tínhamos 3 dias). Finalmente conseguimos chegar no caminho que levava para a praça central. E esse caminho era o máximo, passava por varias lojinhas (tipo feirinha de praia), com muitas joias, artesanatos, bolsas (eu e a Agnes ficamos enlouquecidas com tanta coisa). Ah… e eles ficam muito bravos se você compra alguma coisa de primeira, sem negociar nada, é quase um desrespeito (essa parte eu adorei!!)

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Enfim chegamos a Jemaa El-Fna, a praça central (já cheia de compras) e fomos conhecer o famoso suco de laranja (que custava 0.50) – nem preciso dizer que foi parada obrigatória para todos os outros dias ne? Sem contar as inúmeras barracas vendendo frutas secas, doces árabes… Ah… e também a gente não podia olhar para ninguém… Porque se você olha para uma pessoa que está fazendo a cobra dançar, tem que pagar. kkkkkkkkk

Fomos à Mesquita, mas obviamente não pudemos entrar (e ficamos chateados com isso rs), andamos por toda região central, entramos em um tipo de um cemitério, as ruínas de um palácio, até chegarmos ao “Gran Marche”, e verdadeiro Mercado Central com milhares de barraquinhas, um sonho!

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Para os próximos dias, os meninos queriam fazer o passeio do deserto, mas eu e a Agnes estávamos com um pouco de medo… e não queríamos ficar sem tomar banho por uns 2 dias… (acho que se fosse hoje, eu iria fácil rs). E um dos meninos queria de qualquer jeito ver um camelo. Então fomos numa “agência de viagens” perguntar se existia algum passeio com camelo e que não precisasse dormir no deserto e assim fechamos o passeio do dia seguinte.

Depois desse primeiro dia longo… Queriamos voltar ao nosso “hotel” o mais rápido possível. Mas quem disse que lembrávamos o caminho? E mais uma vez, começamos a perguntar para as pessoas na “rua” como chegar. Já estava escuro e não tínhamos ideia de como chegaríamos lá. Até que um menino (de mais ou menos 6 anos) viu que estávamos perdidos e nos ofereceu uma “carona guiada”. Já que estávamos perdidos, cansados e mal humorado, aceitamos a ajuda (mas sem entender muito… com um pouco de medo… e sem saber quanto isso ia nos custar). E não é o que o menino levou a gente para o lugar certo… e no final, demos umas moedinhas que sobrou durante o dia e ele ficou super contente (isso que eu diria de choque de cultura… e o quanto nós brasileiros somos desconfiados da bondade alheia… imagina se fosse aqui no Brasil alguém dizendo que ia te levar para o hotel, bastava você seguir?? Eu não iria!!! Hahaha). Ah, detalhe… nos outros dias descobrimos que era muito mais rápido chegar no hotel por fora dos muros. Era só dar a volta na muralha e entrar na “porta dos fundos” (aí a nossa vida mudou!!!! Mas também, passar por aquelas vielas… ser quase atropelada por motos ou burros, já estava sendo parte da nossa diversão)

Acordamos as 5am, com o som da reza da Mesquita e lá fomos nós em direção a Kasbah, paisagens incríveis… fomos às ruínas super famosas, onde a Jade e o Lucas se encontravam na novela “O Clone” e até chegamos num lugar quase desértico… mas, para a nossa tristeza, a mulher enganou a gente… não tinha camelo no passeio (o melhor foi a gente perguntando ao guia qual era a hora do camelo… ele quase riu da nossa cara). Ficamos no vilarejo de Kasbah, almoçamos, fizemos compras e no final do dia retornamos à Marrakesh.

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Em nosso último dia, retornamos à Jemaa El-Fna, fizemos mais compras, e fomos ao Jardim Majorelle, um famoso jardim botânico particular, maravilhoso!!!! Para voltar ao centro alugamos uma carruagem!!!

No geral, Marrocos foi umas das nossas experiências mais incríveis durante o nosso ano na Europa, pela cultura completamente diferente, a experiência e o primeiro país que conhecemos na África e o primeiro país mulçumano que visitamos. Ah… e não fomos trocadas por camelos!!!

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Marcella Romani

A última semana em Los Angeles

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Depois das minhas aventuras em San Diego e San Francisco… eu ainda tinha uma semana útil de férias em Los Angeles que dividi em:

1º dia: Universal Studios (precisa de 1 dia para conhecer e aproveitar o parque todo)

2º dia: Disneyland (Anaheim) – o ideal é ficar 2 dias (1 dia por parque)

3º dia: Malibu (a minha preferida!!!)

4º e 5º dia: City Tour LA

Universal Studios: vale muito a pena visitar. Parece mesmo que você está nos filmes de Hollywood!!! Além dos simuladores e uma montanha russa (que eu não fui)… tem o tour dentro dos estúdios… e se der sorte… pode ver alguma gravação na hora. Eu passei por uma… mas não faço ideia de que seriado era (eu sou muito perdida).

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Disneyland: como eu não conheço a Disney de Orlando… eu achei o máximo a Disney da Califórnia (tirando as filas infernais dos brinquedos – acho que fiquei mais de 2 horas tentando achar a melhor estratégia para pegar menos fila – e não tem jeito!!! Até tem aqueles esquemas de “fast pass”, mas eu não consegui entender como funcionava (na verdade nem perguntei porque achei que tinha que pagar alguma taxa, então peguei as filas mesmo). Eu fiquei apenas um dia lá (fiz um parque de manhã e outro a tarde). Mas nem preciso falar que fiquei destruída… e depois das 21h eu já não estava vendo mais nada na minha frente. O ideal é ficar 2 dias (1 dia em cada parque) e aproveitar até o final. O Disneyland Park (que foi meu preferido) é para as pessoas quae sonham em conhecer a Disney mesmo… com direito a visita na casa do Mickey e foto com todos os personagens de lá (e é claro que tem que enfrentar uma fila básica e respeitar os horários de fotos com essas celebridades rs). O outro parque, California Adventure, é mais para quem curte brinquedos radicais (montanha russa, roda gingante, brinquedos que te viram de ponta cabeça, etc). Mas, na verdade, os 2 são parques de diversão… e agradam a todos os gostos (até eu que sou medrosa consegui ter várias opções – inclusive os brinquedos infantis).

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Malibu: uma das praias mais famosas da Califórnia. Famosa pelas mansões e pelas férias de muitos artistas ne? Pois é… eu cheguei até lá de busão mesmo (e fiquei com uma raiva… porque pedi ao motorista me avisar quando chegasse… e ele não disse nada… quase fui parar em outra cidade. E quando perguntei para ele se já tinha passado… ele me disse: “Claro!!”.. não entendi nada, sério! O cara era muito mal encarado. Desci do ônibus e fui andando até o Pier). Chegando na praia (tive sorte porque o tempo estava bom e com sol, apesar de ser fim de inverno), desci na areia, estiquei a canga e aproveitei o meu dia da minha maneira preferida – no sol!! Mass não aguentei por tanto tempo assim… porque o vento é muito frio e não consegui entrar no mar. Fiquei mais observando o pessoal surfando mesmo rs (de novo… os surfistas californianos… estava no céu, sério!!). Essa é uma praia que super recomendo de visitar e aproveitar para relaxar um pouco!!

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City Tour: Nos meus últimos 2 dias resolvi conhecer a famosa Los Angeles. Todo mundo me dizia que eu não ia gostar… que não tinha nada de especial… e que só tinha gente louca na rua. Concordo, em parte!!! A parte de Santa Monica, Venice e Marina del Rey é demais (mas eu já tinha conhecido no ano passado quando fui a trabalho). Além de ter varias coisas para fazer, tem praia e as pessoas são muito simpáticas… mas, lá não é a realidade de LA!!! Acordei de manha e peguei o Hop On Hop Off – aqueles ônibus vermelhos de turismo que pode subir e descer a qualquer hora e que passa por todos os pontos mais importantes do local (que aliás, para cidades grandes com pouco tempo de conhecer, é um transporte que vale a pena). Só que em LA esse ônibus tinha 3 rotas (a rota da praia, a rota de Beverly Hills /Hollywood e a rota de Downtown)e com uns horários muito complicados de entender para dar tempo de voltar no local do inicio. Enfim… eu não consegui fazer tudo, obvio!! Vamos aos pontos principais que eu passei:

Chinese Theatre
Walk of Fame (o legal é sentar na rua para tirar foto em uma das entrelas)

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The Grove (muito diferente para nós que estamos acostumados com shopping fechados)

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Farmers Market (é tipo um mercadão com venda de vários alimentos e comidas para experimentar na hora)
Rodeo Drive (a rua mais famosa de Beverly Hills)

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Sinal de Beverly Hills

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Pink’s Hot Dogs (eu não parei para comer porque tinha muita fila, mas dizem que é bom)
LACMA (não entrei no museu… mas não pude deixar de parar na entrada para tirar uma foto no cenário do filme “Friends with benefits”… é demais!!!)

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Roteiro para bike (Santa Monica / Venice / Marina del Rey): 3rd St. Promenade, Pier de Santa Monica, Venice Beach e canais e Marina del Rey

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Placa de Hollywood: o máximo que consegui chegar foi isso!!

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Foi a minha maior decepção durante a minha viagem. Eu achei que era fácil de chegar perto (afinal, todo mundo tem uma foto lá ne?). Mas não… parece que só é possível de chegar de carro. E por incrível que pareça, nem as excursões naqueles carros conversíveis que ficam na calçada da fama conseguem te levar lá (aliás, quando eu perguntei como eu chegava pertinho da placa me disseram que era só com escalada!! Ahahaah mas óbvio que não! Mas, desisti também e me contentei com a foto réplica na Universal Studios).

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Mas quem sabe um dia volto em LA e consigo a tão sonhada foto com a placa…

Marcella Romani

 

Primeira parada na Califórnia: San Diego

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Lugares que recomendo a visita:

 

– San DIMG_0656iego Bay (caminhar ou andar de bicicleta até o USS Midway Museum)

– Zoo San Diego (reserve pelo menos metade do dia)

– Balboa Park

– Old Town (reserve o tempo para comer lá – é a única coisa para fazer)

– Pacific Beach (para mim é a melhor praia) – mas tem a Ocean Beach e a La Jolla

– Taco Tuesday (toda 3ª feira – comida mexicana – não fui porque eu não curto muito)

– Estadio Petco Park (veja se está passando algum jogo)

Tudo começou com o horário do trem que escolhi: 7am (ou seja, tive que acordar as 4h30 porque estava em um hotel em Marina del Rey e a estação de trem era em downtown – e tive que ir de taxi – uma fortunaaa!!! – porque se não demoraria mais de 2 horas para chegar na estação).

Chegando na estação (morrendo de sono) já peguei meu chocolate quente da Starbucks e peguei meu trem em direção ao meu primeiro destino. A viagem de trem de LA até San Diego é bem tranquila (aproximadamente 3 horas) – o que foi muito bom porque eu dormi 1h30 e o resto da viagem fiquei curtindo a paisagem (praticamente praias da Califórnia).

Chegando em San Diego, tirando que me perdi porque desci na estação errada (Old Town ao invés de Downtown), fui direto para o Hostel e claro que a minha cama ainda não estava disponível. Entao deixei minha mala no quartinho (sempre com cadeados) e saí para dar uma volta (ainda tinha aproximadamente 5 horas até o checkin).

Resolvi fazer toda a San Diego Bay… que é linda… cheia de restaurantes e bares (e turistas e estudantes passeando). Uma hora pedi para um menino tirar uma foto minha (porque viajar sozinha é isso – caçar pessoas para tirar fotos nos lugares preferidos) e depois ele pediu para tirar uma foto minha para um trabalho da faculdade (pois é, devo estar em um trabalho de faculdade a essas horas rs). Na Bay queria andar de bicicleta… mas acabei não encontrando logo no começo, então desisti. Fui andando até o USS Midway Museum (mas não entrei). Eu sempre faço os passeios turísticos e todos os museus possíveis… mas não sei porque esse eu não tive vontade (mas deve ser legal entrar no navio e ver todos os arsenais de guerra americano).

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Voltei para o hostel, fiz o checkin e saí de novo (claro). Antes, passei em um bar do lado para comer um pedaço de pizza (minha comida preferida quando viajo sozinha – além de ser muito barato, uma delicia e muito rápido de comer). Depois peguei o ônibus e fui para a primeira praia – Ocean Beach. Uma amiga minha me disse que era possível fazer as 3 praias de bike (loucaa!!! Porque as praias eram longes… e não tinha ciclovia… além do que, quando perguntei para as pessoas onde eu alugava bike para ir até Pacific Beach, davam risada da minha cara! Mas, ela ainda insiste que é possível… vai saber ne? Se um dia tiver tempo e pique vale a pena arriscar).

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Resolvi pegar um ônibus que ia até Pacific Beach… mas a única opção era voltar para Old Town e pegar um outro ônibus (quase perdi o dia dentro de um ônibus claro). Mas, conheci um brasileiro entre um ônibus e outro que estava indo para o mesmo lugar que eu (sempre rola um medinho dessas perseguições ne?? Mas até que conversar com ele passou o tempo.) Chegamos em PB e o brasileiro achou que eu queria um guia turístico… mas eu só queria alugar uma bicicleta. Depois de uma meia hora, com a bike alugada, consegui me livrar dele e continuar a minha viagem sozinha (não que eu goste de ficar 100% do tempo sozinha… mas naquele momento eu queria sim!!).

Andei a PB toda de bike (aí sim é super possível) e depois, no final do dia, assisti ao por do sol (eu e mais alguns surfistas no mar… OMG!! É nesse momento que entendi o porque todas as minhas amigas tem o sonho de morar na Califórnia!!)

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Infelizmente não consegui ir até a ultima praia (La Jolla)… e voltei no final do dia para o hostel (morrendo de dor de cabeça e de frio – porque claro que eu achei que o calor iria permanecer o dia todo #soquenao). Chegando no meu quarto, conheci 3 cariocas… mas eu estava tao cansada, que não consegui conversar mais de meia hora com elas e capotei.

IMG_0906No dia seguinte acordei mega cedo (tipo as 8am) para ir no Zoologico e no Balboa Park (vale a pena dizer aqui que eu sou a pessoa mais contra a acordar cedo no mundo… mas nas férias eu faço questão de aproveitar todos os meus minutos!!!).

O Zoo de San Diego realmente é incrível (dizem que é um dos melhores do mundo)… mas, confesso que eu não tive paciência de passar o dia todo vendo elefantes, girafas, panda, aves, etc – porque ainda tinha muito o que visitar e só tinha mais um dia. Mas para quem curte a natureza, vale a pena gastar mais tempo!!!!

DICA: dentro do ZOO tem um tour com aqueles ônibus abertos que passar pelo lugar inteiro. Não dá para ver tudo de perto… e nem ficar parado para tirar fotos. Mas é legal porque tem os guias contando um pouco sobre os bichos… e dá para ver melhor em que partes vale a pena voltar.

DICA 2: o teleférico para mim foi a parte mais legal!!! Adoro paisagens e vistas do alto. E aí tem esse teleférico que liga de um ponto ao outro… além de economizar na caminhada da volta… a vista é incrível!!

Saindo do Zoo fui direto para o Balboa Park e, claro, alguei uma bicicleta (mas, sinceramente, não tem necessidade – é bem pequeno o lugar e tem umas partes que não pode entrar com ela e tem que deixar em algum lugar). Mas o lugar é demais…

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Saindo de lá… fui para Old Town – conhecer de onde começou San Diego. Old Town tem muita influencia mexicana e é possível visitar bem rápido (se não quiser comer).

No final do dia, fui conhecer a famosa Little Italy e claro, sentei em um restaurante italiano e repus a energia com uma bela macarronada!!!

Marcella Romani