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Entrevista da semana: Agnes Sacilotto

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Hoje começamos uma nova sessão no blog: entrevista da semana!

E nada melhor do que começar com uma entrevista com a Agnes: 26 anos, nasceu para viajar, 25 países conquistados, ainda faltam 166… conheça um pouco mais sobre essa minha amiga, companheira de viagens e de aventuras (algumas que nunca iremos revelar rs).

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MA: Gui, de todas as viagens que você já fez, qual foi a mais inesquecível (ou que te marcou de alguma maneira melhor?)

GUI: Foi a Tailândia! Sem dúvidas o melhor lugar que já fui, ótimo em todos as sentidos!

MA: E das viagens da nossa época na Europa, qual foi a melhor na sua opinião?

GUI: Todas foram incríveis, mas eu destacaria a ida para o Marrocos, que foi muito empolgante. E também a viagem que fiz com meu irmão: Amsterdã, Berlim e Praga, que temos muitas histórias divertidas.

MA: Aquela pergunta bem da nossa época de criança… praia ou campo?

GUI: Praia, com certeza.

MA: O que você faria com uma passagem de volta ao mundo nas mãos para 90 dias (que lugares escolheria)?

GUI: Daria a volta ao mundo rs. Iniciaria pela América Central, então iria para Austrália e Nova Zelândia, de lá faria o Sudeste Asiático (local que perderia mais tempo, com ctz), de lá Himalaia, Índia, entraria para o Oriente Médio, Norte da África, uma voltinha na Europa e pronto.

MA: Quais são os 3 lugares que mais você quer conhecer antes de morrer?

GUI: Vietnã, Rússia e Madagascar.

Semana que vem é a vez dela!! Aguardem.

Marcella Romani

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Última parada: Bogotá

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Como toda cidade grande… agitada, cheias de coisas para fazer, badalada… e muito fria.

Antes de ir não acreditei na previsão do tempo e nem no que as pessoas me falavam! A minha mala era basicamente biquíni, shorts, calça legging e 1 casaco (que usei no avião). Quando cheguei em Bogotá… além de quase morrer de frio… eu não tinha NADA para combinar… e para sair.

Ah, no primeiro dia que chegamos (plena 6ª feira), nas ruas só tinha gente de salto alto e casaco de couro… logo pensei: “me ferrei!!”. Mas nada que uma rua, cheia de lojas internacionais não resolveram meus problemas: 1 bota na Forever 21, 1 casaco e 2 blusas na Pull & Bear! (até que fui bem contida).

Panoramic view of Bogota, Colombia

Primeiro dia (sábado) aproveitamos para ir na Catedral de Sal (que fica em uma cidade há 1 hora de Bogotá). O lugar é maravilhoso. É uma antiga mina de sal… que agora virou uma igreja. Uma das coisas mais lindas que já vi em toda minha vida… e todo o jogo de luzes que eles montaram… com a guia acompanhando nosso tour, faz a visita ficar muito mais emocionante.

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De lá, paramos para almoçar no Andres Carne de Res em Chia. Uma DELICIA!!!! Imperdivel. Obs: dizem que a noite é mais divertido porque rola uma baladinha brega… mas, quisemos economizar em taxi (porque é longe).

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Voltamos para Bogotá e acabamos na Zona T de novo!! Lojas e mais lojas! Ah… e lá encontrei meu japa preferido rs… o Claudinho!!!! Ele trabalhou comigo na Nextel… e claro que hoje em dia somos muito amigos… e até lá essa praga me persegue rs (ele estava a trabalho… sem querer… e claro que adorei encontrar com ele).

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A noite, adivinha?? Mais reggaeton!! Mas dessa vez eu senti firmeza no lugar. Chamava “El Fabuloso”… uma balada no topo de um prédio (de 3 andares rs). Com um ambiente muito agradável e gente da nossa idade (entre 25 e 30 anos). E as musicas?? Ahhhhh… nunca dancei tanto (acho que só quando estive em Buenos Aires em uma balada parecida rs). Vale muito a pena (ah… e não tem muito turista… e nem brasileiros. Aliás, uns brasileiros que conhecemos em Cartagena só indicaram balada eletrônica em Bogotá… como diria a minha amiga Lu “To fuera!!”)

Chegamos no hotel as 4am… e já disse que comigo não tem moleza… as 8am estávamos no taxi (só nosso corpo) para ir a Montserrat. O Claudinho ia encontrar com a gente lá. Chegando lá, nem tinha muita fila para subir. Lá em cima… o que é bonito é a vista… e tem no final um mercadinho (mas, íamos depois no Mercado de Usaquen, então nem comprei nada).

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Ah… segui a dica que me deram: subi de funicular… e desci de teleférico. Não sei se o contrario faz diferença… mas eu curti a ordem!

Saindo de lá fomos ao mercadinho de Usaquen. Usaquen é um bairro de Bogotá… então a feirinha fica meio espalhada em uns 4 quarteiroes. Eu fiquei andando por lá umas 2 horas. Depois, voltamos para o hotel, pegamos as malas…

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E assim… mais uma viagem acabou!!

Marcella Romani

San Andres: open food, open bar e open vida!!!

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E o tão esperado momento chegou (na metade da nossa viagem): conhecer a famosa ilha de San Andres! Confesso que estava com um pouquinho de medo… todo mundo dizia que era um lugar fabuloso… mas que não tinha NADA para fazer! Realmente… não tem muitas atrações… a ilha é bem pequena… mas é incrível!!!!!

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Primeiro que, sem querer, escolhemos o melhor hotel da cidade… all inclusive!!!! Com vista para o mar azul (azul mesmo!!!). O hotel faz parte da rede Decameron – o nosso era o Isleno. Mas os outros hotéis são bem diferentes… alguns bem ruins. Os únicos dois que valeria a pena se hospedar também é o Mar Azul e o Aquarium.

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O tempo em San Andres é muito engraçado. As 7am é um sol de queimar já. Acordávamos umas 8am… e era só o tempo de ir tomar café e colocar as coisas na piscina, que o tempo fechava e caía a maior chuva. Aí já pensávamos… “que ódio… e o sol??”. Voltávamos para o quarto… e ficávamos na cama… esperando a chuva passar (eu na verdade aproveitava para i na academia). Depois de 1h30, abria um sol incrível… e ficávamos o dia todo na piscina. Vai entender ne? Passamos 4 dias lá… e os 4 dias foram assim… sol e chuva!!!

Ah, e foram dias mais tranquilos… sem passeios… sem barco… sem mergulho (até tem esse tipo de passeio por lá… mas já tínhamos esgotado nossa disposição e nosso dinheiro para isso, então aproveitamos mais o hotel).

Apenas um dia ficamos fora… alugamos um carrinho de golf (isso é uma coisa legal para fazer) para dar a volta na ilha (sim… aquele que anda a 10km/h… mesmo porque é a velocidade máxima permitida na ilha haha brincadeira… é 30 Km/h). Ficamos com um pouco de medo de não dar tempo (tínhamos o dia todo de aluguel) até descobrirmos que a ilha toda, sem paradas, faríamos em 2 horas. Bom, a única parada que fizemos foi na Piscinita (pulamos uns 2 pontos turísticos que não nos pareceu ser muito legal). A Piscinita é bem legal (e só eu tive coragem de entrar)… você joga pão e os peixes aparecem em bando… é lindo demais. Dá um pouco de aflição de nadar com eles… mas me deram uma dica: ficar de pés para cima para eles não me “sugarem” achando que eu era comida!

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A noite, os hotéis tem as programações de shows… jantar, etc. De quinta a sábado tem algumas baladinhas (de reggaeton, claro) para ir!! Todo dia fomos jantar em um dos restaurantes dos hotéis (almoçar também). Os meus preferidos foram: Island (o do meu hotel), Las Brujas (do hotel Aquarium – mesmo só servindo peixe), Pastafari (no hotel San Luis). A balada que íamos era a Coco Loco (ao lado do hotel Delfines). Mas na hora começamos a beber no hotel… e por lá ficamos até as 4am conversando com outros hospedes e curtindo um som ambiente (que velhas ne rs?).

Além disso, San Andres é um Duty Free a céu aberto (maravilhoso)… então aproveitamos para fazer umas comprinhas… claro!! (vale muito a pena).

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Marcella Romani

Las colombinas: um roteiro de 12 dias na Colômbia!!

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IMG_20141120_084611E mais umas férias passaram… e eu aqui de volta para dar algumas dicas e contar algumas de nossas aventuras!! Como em outros posts, vou contar bem rápido como foram meus 12 dias na Colômbia… e depois eu escrevo um pouco mais sobre cada lugar… dicas importantes para quem vai viajar pra lá… e lugares que não fui, mas quero voltar!!

Primeiro, acho que é legal contar como foi que paramos nas praias da Colômbia. O plano A era ir para o Hawai com a Lu (uma das minhas amigas). Mas quando colocamos o plano no papel, vimos que era inviável pelo budget (só de passagem ia ser R$ 5 mil). Então resolvemos postergar um pouco as ilhas havaianas… e procurar um destino parecido… e mais “em conta”. Foi quando eu pensei em Cartagena (tinha muitas amigas que falavam de lá e tinha muita vontade de conhecer). No final, quando colocamos o plano B no papel, incluímos mais alguns lugares e o preço final ficou dentro que havíamos planejado (mais que a metade do preço do Hawai). A Bel resolveu ir nos 45 minutos do último tempo… estávamos em uma festa no Guarujá… até que eu tive uma grande ideia: Bel, porque você não vai para a Colômbia! E acho que foi uma das melhores ideias que já tivemos, né Lu? #abelfoipracolombia

Um resumo bem rápido do nosso roteiro:

Dia 1: SP-Bogota

Ficamos hospedadas no Ibis Museo (pelo preço e porque não pesquisamos nenhum hotel mais perto das zonas turísticas). Ia ser apenas 1 noite também (estava ótimo). Chegamos a noite já e morrendo de fome. Fomos ao restaurante na frente do hotel chamado Misia (uma delicia).

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Dia 2: Saímos para o aeroporto bem cedo rumo a Cartagena!!

Obs: os vôos internos fizemos com a Viva Colombia (é uma companhia low cost de lá). Muito bom… mas é aquele esquema Ryanair (respirou, pagou rs). Então, tem que tomar cuidado com o número de malas que contrata na hora de comprar a passagem (e lógico que nos demos mal… o peso excedeu… e tivemos que pagar mala a parte!!). Ah, e como todas as companhias low cost… os vôos atrasam muito!! O nosso atrasou porque estava com problema no motor!! =( MEDO!. Mas no final deu tudo certo!!

Assim que chegamos em Cartagena, fomos ao Hotel Capilla del Mar (fora das muralhas). Ficamos na piscina e depois fomos conhecer a praia (uma decepção!!! A praia é feia… e o mar escuro). Mas não desanimamos e fomos conhecer a cidade (dentro das muralhas) e aproveitamos para almoçar no Hard Rock (sim, eu tenho amigas chatas para comer que nem eu e queríamos comer hambúrguer!!).

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À noite nos enfiamos em um famoso passeio do “Chivas” (em um outro post comento sobre essa fria que nos metemos hahah)

Dia 3: Fomos logo cedo ao porto para ir para a 1º passeio que compramos: Isla del rosário y Playa Blanca (Baru). Paramos no meio do caminho para fazer snorkel e depois passamos o dia na Playa Blanca (um pouco de farofa… mas um lugar bem bonito). Voltamos no final do dia e fomos direto ao Café del Mar (é um bar super conhecido em Cartagena para ver o pôr do Sol). Aliás, quase perdemos o Sol porque ficamos entrando em todas as lojinhas (coisas de mulher ne)

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Dia 4: Mais um dia de passeio: Cocoliso Resort. É uma ilha particular que tem um hotel (que até é possível se hospedar, mas acho que não é muito divertido). Ficamos lá o dia todo, a praia é linda… a estrutura do hotel é ótima… fui atacada por um macaco rs (mas essa historia eu conto depois)… enfim, para mim, a melhor praia de Cartagena!! Chegamos no final do dia… e estávamos tão cansadas que só deu tempo de ir comer uma pizza no centrinho e “morrer” no hotel… ah detalhe, a Lu (minha amiga) teve a maior crise de labirintite do mundo!!! E além de tudo, achamos que íamos embora no dia seguinte… mas não! Tinhamos mais 1 dia em Cartagena!

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Dia 5: Resolvemos fazer mais um passeio: Isla del Encanto. Bem bonita, mas mais rústica. O mar não era tão bonito também. E acho que já estávamos cansadas de andar de barco, sol e piscina rs. Mas ficamos lá o dia todo… sem reclamar!!

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Dia 6: dia de ir para San Andres. Chegamos no Hotel… e descobrimos que era o único hotel 5 estrelas da cidade (isso foi uma sorte… porque não sabíamos). O Hotel era da rede Decameron e o nosso era o Isleno. Chegamos já no final do dia… então jantamos e fomos dar uma volta. San Andres é incrível: Duty Free a ceu aberto rs! É tudo sem imposto! Vale muito a pena comprar algumas coisas (perfume, óculos, maquiagem, etc).

Dia 7: aproveitamos o nosso hotel… e ficamos o dia todo na piscina, fizemos massagem e almoçamos no restaurante do lado (Island). Na frente do hotel tinha uma praia maravilhosa… mar azul… mas de novo… meio farofa… sem lugar para sentar… e mar com onda (eu não gosto rs). O jantar foi no Pastafari (apelidado por nós de Rastafari! Haha). Esse restaurante ficava em outro hotel da rede Decameron… o hotel não era bom, mas a comida era incrível!

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Dia 8: tour em toda ilha San Andres. Alugamos um carrinho de golf e demos uma volta na ilha. A ilha é tao pequena… que com o carrinho, sem parar, a volta se completa em 2 horas. Mas nós paramos na Piscinita (que é uma parte do mar com pedras e peixes – lindo demais). Paramos para visitar todos os hotéis da rede… mas nada demais! Almoçamos em um deles… e inclusive estava muito ruim!!! No meio do dia começou a chover muito. Isso foi ruim porque estragou um pouco o passeio. Voltamos mais cedo para o hotel para nos arrumarmos para o jantar. O jantar foi no Delfine… e chegamos de carrinho de golf também, mas foi o maior perrengue para chegar… porque estava chovendo… chegamos encharcadas!

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Dia 9: desistimos das praias e ficamos o dia todo na piscina. Na hora do almoço fomos ao restaurante Las Brujas – no Hotel Aquarium. Tirando que só tinha peixes e frutos do mar… estava muito bom rs (mas eu comi mesmo assim) e a vista era maravilhosa. A tarde ficamos um pouco nesse hotel tomando sol… e no mar!! O jantar foi no Rodeo – em outro hotel (Mar Azul). E a noite, o plano era ir para a balada Cocoloco... mas acabamos ficando no hotel curtindo uma musiquinha e aproveitando o “open bar” que tínhamos direito.

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Dia 10: Eu acordei cedinho para aproveitar as últimas horas de Sol. A Bel e a Lu aproveitaram as ultimas horas da cama do hotel rs. A tarde fomos para o aeroporto… rumo a Bogotá. Chegamos a noite… e fomos direto para a Zona T fazer compras (estava muito frio e eu não tinha levado muita roupa… e para sair a noite as pessoas são muito chiques lá. Tive que comprar uma bota e um casaco de couro).

Dia 11: Acordamos bem cedo e fomos a Catedral de Sal. Fica em uma cidade há 1 hora de Bogotá. E fizemos um esquema muito bom!! Fechamos o dia todo com um taxi (para ir até a Catedral e depois levar a gente no Andres Carne de Res para almoçar – foi 160 mil pesos). As duas partes do passeio foram incríveis (depois conto mais detalhes). A noite fomos al “El Fabuloso” com uns amigos que conhecíamos em Bogotá (a balada que queríamos… que tocava de tudo… inclusive musicas latinas).

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Dia 12: comigo não tem moleza… mesmo chegando as 4am no hotel… todas estavam de pé as 8am (só de corpo… a alma deixamos em algum lugar)… e fomos a Montserrat (o lugar que dá para ver (Bogotá inteiro). Ah, e tivemos companhia… porque encontrei o Claudinho (meu amigo de SP)… ele estava a trabalho com a chefe dele… então fomos todos juntos! De lá fomos para a feirinha de Usaquen (mercado de pulgas). E depois fomos direto para o aeroporto.

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E assim, mais uma viagem acabou… com vontade de “quero mais”!! (E na Colômbia tem muitos lugares para visitar).

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Machu Picchu: uma das maravilhas do mundo moderno

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IMG_20140909_175317Tudo começou quando vi uma promoção de milhas na TAM (para variar) e decidi ir para Machu Picchu (mas não imaginava que era tão difícil de chegar nas famosas ruínas).

Dessa vez, quem foi comigo foi a Nats (uma amiga minha da época do colégio).

Compramos nossas passagens e começamos a organizar nossa viagem!! Nesse post vou resumir a nossa programação, onde ficamos, quanto gastamos, etc. Nos próximos dias, darei mais detalhes sobre os passeios!

Dia 1: Lima

Saímos bem cedo de SP rumo a Lima (as 5am).

Tempo de vôo: 5 horas (fuso: – 2 horas)

Hostel: Pariwana Hostel – Bairro de Miraflores (o bairro mais legal de Lima)

Quando chegamos no aeroporto pegamos um taxi credenciado (50 soles – que equivale a mais ou menos R$ 50). Foi a melhor coisa que fizemos… porque descobrimos depois que as pessoas que pedem taxi fora do aeroporto sempre pagam mais caro… ou são roubadas!!

Quando chegamos no Hostel, estávamos com muita fome. Fomos comer no shopping Larcomar (detalhe para a vista do Oceano Pacifico).

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Depois fomos para o centro histórico (mas resolvemos ir de ônibus para ver como era isso no Peru… conclusão, me senti uma sardinha enlatada… mas valeu a pena ter essa experiência em um país da Am. Do Sul).

Depois do centro histórico, fomos nas feirinhas de artesanato (que são milhares)…. mas é aquele negócio…. depois da 3ª loja você não aguenta mais olhar as mesmas coisas.

obs: o taxista que pegamos no aeroporto disse que era melhor fazer as compras em Lima do que em Cusco porque era mais barato… mas óbvio que fizemos compras nas 2 cidades ne?

A noite voltamos para o Hostel porque o n osso vôo para Cusco sairia as 8am do dia seguinte.

2º dia: Cusco

IMG_20140924_181618Mais uma vez acordamos cedo e fomos pegar o vôo. Detalhe que saímos um pouco atrasada para o aeroporto (o taxi atrasou) e quando chegamos para pegar o vôo estava o maior caos (porque todo mundo que vai para Cusco sai cedinho de Lima). Entao, é sempre melhor chegar com 1h30 de antecedência para esse tipo de vôo. Mas no final deu tudo certo e chegamos em Cusco. Ah, a viagem até lá é maravilhosa!!!

Em Cusco, ficamos no mesmo Hostel Pariwana… que aliás era um hostel 5 estrelas (há muito tempo não ficava em um lugar tão legal). E os preços variam de R$19/noite a R$90/noite (depende do quarto que escolher).

Chegamos em Cusco, e já sentimos o efeito “altitude”. Dei 10 passos e já me sentia cansada e com falta de ar. Além da dor de cabeça que me deu durante o dia. O ideal é ficar entre 1 e 2 dias em Cusco descansando e se acostumando com a altitude. E foi o que fizemos… descansamos no primeiro dia (e aproveitamos para ver os passeios que faltavam comprar). Deixamos para comprar a passagem de trem até Machu Picchu lá… e foi a maior besteira que fizemos. Além de não ter mais horários bons de viagem, pagamos mais ou menos o dobro do preço (então, fica a dica, feche tudo antes no Brasil).

3º dia: Valle Sagrado (Pisac, Urubamba e Ollataytambo)

E mais um dia acordando antes das 7am para iniciar o passeio pelo Valle Sagrado. O Valle Sagrado é um tour que passa por várias cidadezinhas com sítios arqueológicos. Antes de ir, ficamos na dúvida se passávamos por esse tour antes de ir até Aguas Calientes, ou se fazíamos direto (como a maioria das pessoas fazem). Optamos em fazer o tour antes… porque essas cidades já são caminho para Machu Picchu… e como não tínhamos muito tempo, era melhor otimizar as viagens.

Fizemos 2 paradas antes de chegar em Pisac. A primeira foi em um Mirante na estrada, que conseguíamos ver a região do Valle Sagrado e a segunda foi em uma fábrica de prata. A terceira parada foi em Pisac (no primeiro sitio arqueológico) e já começaram as escadas. Depois paramos para almocar em Urubamba (almoço de tour sabe? Eu particularmente tenho um pouco de preguiça dessas viagens de grupo… mas nesse caso não tinha muita opção). E depois seguimos para Ollataytambo para ver o último sitio.

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Logo depois era nosso trem para Águas Calientes (porém, tínhamos que fazer hora porque pegamos o trem das 21h). Ficamos em 2 restaurantes… e nos 2 fomos muito mal atendidas. Além disso, começou a fazer muito frio… e a gente estava com muito sono. Conclusão… estava todo mundo de mal humor ne?

Pegamos o trem e chegamos em Aguas Calientes. Todo mundo dizia que a cidade era muito bonitinha e os hotéis horríveis. Não conseguimos conhecer muito a cidade… mas é um vilarejo (bem legal mesmo). E o nosso hotel nem era tao ruim assim. Bem limpinho… mas com um péssimo atendimento (as pessoas eram muito mal humoradas) – Hotel Intiquilla

4º dia: Machu Picchu

Finalmente era o dia de conhecer Machu Picchu. Acordamos bem cedo, fomos até o centro do vilarejo trocar nossos convites e pegamos o ônibus que chegaria lá (sim… mais 30 min de ônibus antes de chegar). Chegamos em Machu Picchu… entregamos o convite… e já começamos a subir escadas (mal sabíamos que estava apenas começando). Depois de uns 5 minutos chegamos ao local que todo mundo faz as fotos do cartão postal!!! Mas estávamos com tanto sono… que nem conseguimos aproveitar muito.

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Além disso, tínhamos comprado um ingresso que dava direito a subir uma montanha…. mas não era a Huayna (a montanha famosa que todo mundo sobe)… era a Machu Pichhu (que a principio era mais alta, mas mais fácil. Tinhamos até as 11h para subir (eram 8h). Fomos para a trilha sem pensar muito… e conclusão: 2 horas subindo escadas… paradinhas entre uma vista e outra… pensei 10 vezes em desistir (e a Naty foi caminhando sem se cansar… incrível)… mas o que era mais legal é que as pessoas que estavam na trilha me deram força para terminar… e tudo porque lá em cima tinha uma placa para foto (fiz vários amigos durante a trilha)!!! Hahaha porque na hora que fomos estava tudo coberto de nuvens (mas foi uma experiência legal… me senti literalmente nas nuvens). A descida foi mais fácil… 1 hora.

 

Porém, o que não lembramos era que ainda tínhamos o parque todo para conhecer. Mas o bom é que mais tarde oi dia abriu, saiu sol e foi bem mais tranquilo de continuar andando. Resumindo, foram mais 4 horas andando pelas ruínas… para conhecer bem direitinho.

Saímos do parque as 15h (porque tínhamos que voltar para o hotel, pegar nossa mala e ir para o trem de volta a Cusco). Foram mais 2 horas de viagem até Ollataytambo e depois mais 2 horas até Cusco. Chegamos ACABADAS (as 21h) e capotamos!

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5º dia: Cusco

Finalmente acordamos um pouco mais tarde (as 9am) e dedicamos o dia para conhecer Cusco. Nem preciso falar que estávamos com câimbras nas batatas da perna ne?

Ficamos o dia todo andando… fazendo comprinhas nos mil mercadinhos que existiam!! Depois fomos até o Bairro de San Blas (que é uma graaaaça) e no final do dia resolvemos subir no Arco de Sant´Anna para ver o pôr do Sol (o que não sabíamos é que o pôr do Sol seria para o outro lado haha). Ficamos lá um tempo e antes de anoitecer voltamos para o Hostel.

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E, para a ultima noite, resolvemos aproveitar e não dormir!! Fomos até uma festa em nosso Hostel… e depois fomos até o Mamma Africa (a balada mais famosa dos turistas). Foi bem legal… tocava de tudo… mas só tinha turista mesmo. Ficamos até as 4am e resolvemos tentar entrar em outro bar (que disseram para nós que era bom também). Mas acabamos desistindo… porque tinha que pagar… e já estávamos cansadas. Voltamos para o Hostel, dormimos 1 hora e quase perdemos a hora para o nosso voo de volta.

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Ufa… e assim voltei para SP, com as energias renovadas… e pronta para outra!!!

Ma Romani

Portugal: poucos dias e muitas paradas!!!!

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  1. Comer leitoa da bairrada, Pastel de Belém (a parte do bacalhau nós passamos!!)
  2. Aquele pedido básico na Igreja de Santo Antonio, em Lisboa
  3. Clássica foto tomando um café com Fernando Pessoa
  4. O passeio por Belém é indispensável
  5. Ir a praia

 

Pegamos um vôo de Madri para Cidade do Porto, ficamos lá só uma noite… é super bonitinho, mas bem complicado andar naquelas ruelinhas (acho que ficamos umas 2 horas tentando achar um caminho para algum restaurante… e quando chegamos na “rua” dos restaurantes, só tinha peixe de comida… sentamos em um boteco para tomar uma cerveja e comer um pão com queijo).

Dormimos em um albergue, pois na manha seguinte encontraríamos uma amiga minha no aeroporto e pegaríamos carona com a vó dela para Aveiro (eu ia ficar na casa dela em Aveiro). Ah! No aeroporto encontramos a Ana Maria Braga!!!! Obviamente tietamos e tiramos foto.DSC04874

No dia seguinte nos separamos, eu fui com a Família da Paolinha em Aveiro e a Agnes para casa da família dela….  A Agnes encontrou alguns parentes na estação de trem de Aveiro, e de lá foi para a “terrinha da família”: Sever do Vouga, uma minúscula cidade no meio de Portugal, passou os dias indo de casa em casa, conhecendo as Tias Avós, primos (apenas o avô dela mudou para o Brasil quando era jovem…), e mesmo naquela pequena cidade, conseguiu junto com sua prima Marta, pegar uma baladinha e beber absinto kkkkk. Tb comeu a famosa leitoa da bairrada, e os ovos moles (doce típico da região!!)

DSC06695Em Aveiro, fiquei com a minha melhor amiga (que estava estudando na Espanha também), na casa da avó dela, passeando um pouco, comendo e dormindo bem!! Uma das melhores histórias que lembro dessa viagem foi quando pegamos o carro da avó dela… e não encontrávamos mais o caminho de volta. Foi quando eu tive uma grande ideia de perguntar no ponto de ônibus para um menino (mais ou menos da nossa idade) onde era a rua “x”… e aí ele me disse (com aquele sotaque de português – que eu amo): Olha, você pode ir reto, pegar a estrada e depois virar na “tumba”. Falei muito obrigada, fechei a janela e, com uma cara meio desesperada disse para a minha amiga: “F**, estamos muitoooo longe… temos que pegar uma estrada… e ainda vai passar por uma tumba. Onde estamos????”. Ela não se aguentou de tanto rir…  e me explicou que estrada era a rua em que estávamos… e a “tumba” era a “rotunda” que significa rotatória. Nem preciso dizer que depois de 5 minutos estávamos na casa da vó dela, sã e salvas kkk.

Fui para Lisboa 2 dias antes da Agnes… junto com a minha amiga e com as primas dela (que são portuguesas também). Então, de maneira rápida, conheci a cidade com elas (e fiquei impressionada como as pessoas que moram lá sabem explicar tudo sobre a historia e os pontos turísticos – me imaginei no centro de SP dizendo, esse é o Teatro Municipal, esse é o Mercadão… e só!!! Essa é a grande diferença com a Europa… na minha opinião).

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Depois de alguns dias, minha amiga ia voltar para a Espanha (porque ela fazia um Master e tinha que ir nas aulas) e eu e a Agnes íamos ficar mais um tempo (nem sei porque podíamos ficar mais dia lá e não perder aulas também… acho que era feriado em nossa cidade, algo assim rs). Combinamos de nos encontra em Lisboa mesmo (mas, a Agnes como sempre estava sem celular, o que dificultava um pouco. Para piorar… eu não encontrava o hostel, nem a rua, nem o numero, enfim… fiquei desesperada… como ia encontrar com ela??? E onde eu ia dormir??? – Um smartphone com internet faria toda a diferença nessa época. Mas, nós duas tivemos a mesma ideia… ir para um
cyber café e tentar a comunicação… e aí ela me passou as coordenadas para chegar lá!!) Quando cheguei no albergue ela não estava, já tinha saído com uns alemães e canadenses para uma praia… só nos encontramos a noite.DSC04924

O albergue era terrível… uma casa pequena, sem nenhuma estrutura, e apenas um banheiro… que por sinal entupiu… Foi a primeira vez (e a última rs) que a Agnes ficou responsável pela escolha do hostel (era a 2ª vez que estávamos viajando juntas). Quando encontrei com ela, perguntei como ela tinha escolhido aquele muquifo e ela tinha gostado tanto de gastar pouco em hostel que não teve dúvidas e fez o ranking por preço e pegou o mais barato… quase matei ela (mas depois ela aprendeu que a escolha de um hostel envolve algumas variáveis como preço, localização, recomendação hahaha).

Lisboa é apaixonante… (um mistura de Madri e Barcelona, eu diria), fora a história… os monumentos (tudo aquilo que aprendemos um dia na escola,  fazia sentido) andamos mtoooo…  fomos obviamente à igreja de Santo Antonio (afinalDSC04955 ninguém aqui quer ficar solteira kkkkk mas só deu certo para a Agnes… o meu Santinho que eu trouxe continua de cabeça para baixo… de castigo rs), ao Castelo de São Jorge (a Agnes Corinthiana pirou!!!), a famosa estatua do “Café com Fernand
o Pessoa”, sem contar as inúmeras lojinhas que parávamos, uma a uma. Já em Belém, o Monumento do Descobrimeto, a Torre de Belém, e os pasteiszinhos são maravilhosos! O outro dia ir tiramos para a praia….

A noite, além das pessoas malucas
do nosso hostel jantando com a gente… queríamos badalar (claro)… mas não descobrimos nenhuma balada que nos encorajava ir… então seguimos a dica de alguém e fomos ao famoso bairro alto, uma rua cheia de barzinhos… meio universtiaria… e lá iniciamos nossa peregrinação… que foi andar pelas ruas, procurando pessoas legais e divertidas para uma boa conversa!! Confesso que estávamos muito cansadas nesse dia… e chegamos a conhecer um pessoal… entrar em uns bares… tomar uma cerveja… mas não duramos mais do que 3 horas nessa noite… e voltamos para o hostel.

Apesar de não termos muito tempo em Portugal, nos apaixonamos por aquela terra, super indicamos a viagem!!!!

Marcella Romani


 

Bonjour Marrakesh: mais uma aventura pela África!

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Continuando no continente africano, vamos falar um pouco de uma experiência que tivemos no Marrocos (enquanto vivíamos na Espanha).

Era dezembro, e já estávamos cansadas de viajar pela Europa… E basicamente, escolhíamos o próximo destino de acordo com as tarifas Ryanair (para quem não sabe, é uma companhia low-cost da Europa). E aí, em uma dessas buscas encontramos: Madrid – Marrakesh: 10 Euros (basicamente pagamos apenas a taxa de embarque)!!!

Porque não ir?? Mas tínhamos um problema: tem alguns países que é perigoso ir sem acompanhantes homens (por mais que a Agnes nunca seguiu muita essas recomendações, eu sou muito medrosa e disse que não iria sem nenhum homem).

Começamos a prospectar os meninos que moravam na mesma cidade que a gente e 2 aceitaram (um brasileiro e um mexicano). Então já começamos a ver o roteiro e onde ficaríamos.

DICAS:

  1. Vá em um grupo (e com homens)DSC05926
  2. Cuidado com as roupas da bagagem – tivemos que andar todos os dias de calça e camiseta
  3. Se está procurando balada e bebida… esquece!!! É quase um retiro espiritual.
  4. Ande de charrete (com cavalos) – mas negocie o preço!!
  5. Lembre-se na hora das compras: negocie… o preço do vendedor é o dobro de seu valor real.
  6. Tome o suco de laranja
  7. Língua falada: eles entendem quase tudo… Até Português eles arriscam de vez em quando, sério! Mas a língua mais utilizada para os turistas é o Francês!

Bom, voltando ao nosso planejamento da viagem… Mais uma vez, a minha amiga aventureira (Agnes) ficou responsável em achar um hostel/pousada porque ela disse que queria ficar dentro dos muros da cidade (não sei ao certo como se chama isso, mas lá em Marrakesh tem uma parte dentro desses muros e outra parte fora)… e que seria uma experiência incrível. Fora a ideia maluca que ela queria emendar o feriado que íamos ter na Espanha para fazer as praias do Marrocos de ônibus, mas conseguimos convencê-la de não fazer isso (quando chegamos lá e ela viu a rodoviária de Marrakesh, ela nos agradeceu de não ter aceitado a proposta inicial dela – as pessoas levam até galinha com elas – imagina o cheio do busão!!)

Chegou o dia de viagem… e lá fomos nós: saímos de Pamplona a noite e chegamos no aeroporto de madrugada (por volta da meia noite), mas o nosso voo era só as 6am (ou seja, dormimos por lá mesmo – o que é muito comum nos aeroportos da Europa quando os voos saem muito cedo) – E o medo de perder o voo ne? Colocamos todos os despertadores para tocar e conseguimos acordar a tempo.

Mapa

De Madrid a Marrakesh são mais ou menos 2 horas de voo (é realmente muito perto) e chegamos bem cedo. Pegamos um taxi e fomos ao “hotel”. Entramos na pelos muros antigos da cidade, e de repente o taxi parou na frente de uma porta e disse: “É aqui”. Saímos do carro e mandamos um dos meninos entrar no lugar antes de nós (diz ele que estava bem escuro e saiu um cara do nada com uma faca – guardada – perguntando o que ele queria. Mas, por incrível que pareça, era o lugar mesmo que íamos ficar). Eu e a Agnes entramos super simpáticas falando “Bonjour” e o cara nem olhou na nossa cara – aí lembramos que estávamos no Marrocos, e lá mulheres não têm muita moral.

Como chegamos cedo demais, o quarto não estava pronto e levaram a gente para o café da manha – na laje. Serviram um café esquisitíssimo e um pão com mosca. A Agnes se divertia com essa parte cultural muito diferente… eu já era mais fresca… e ficava bicando as comidas sem muita certeza do que eu queria. Depois fomos ao nosso quarto… e foi nesse momento que nos sentimos na novela “O Clone”. E tudo lá em Marrakesh parecia coisa de novela.

Deixamos as malas e resolvemos sair para conhecer a cidade. Nem colocamos o pé para fora e quase fomos atropelados por uma moto. No centro da cidade não tem rua, não tem regra, é gente a pé, moto, burro… E quando percebem que você é turista, ferrou!!! Começamos a andar e pedir informação… e cada pessoa falava uma coisa (é para a direita, para a esquerda, pra frente, sei la o que). Nem preciso dizer que rolou uma mal humor (e ainda tínhamos 3 dias). Finalmente conseguimos chegar no caminho que levava para a praça central. E esse caminho era o máximo, passava por varias lojinhas (tipo feirinha de praia), com muitas joias, artesanatos, bolsas (eu e a Agnes ficamos enlouquecidas com tanta coisa). Ah… e eles ficam muito bravos se você compra alguma coisa de primeira, sem negociar nada, é quase um desrespeito (essa parte eu adorei!!)

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Enfim chegamos a Jemaa El-Fna, a praça central (já cheia de compras) e fomos conhecer o famoso suco de laranja (que custava 0.50) – nem preciso dizer que foi parada obrigatória para todos os outros dias ne? Sem contar as inúmeras barracas vendendo frutas secas, doces árabes… Ah… e também a gente não podia olhar para ninguém… Porque se você olha para uma pessoa que está fazendo a cobra dançar, tem que pagar. kkkkkkkkk

Fomos à Mesquita, mas obviamente não pudemos entrar (e ficamos chateados com isso rs), andamos por toda região central, entramos em um tipo de um cemitério, as ruínas de um palácio, até chegarmos ao “Gran Marche”, e verdadeiro Mercado Central com milhares de barraquinhas, um sonho!

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Para os próximos dias, os meninos queriam fazer o passeio do deserto, mas eu e a Agnes estávamos com um pouco de medo… e não queríamos ficar sem tomar banho por uns 2 dias… (acho que se fosse hoje, eu iria fácil rs). E um dos meninos queria de qualquer jeito ver um camelo. Então fomos numa “agência de viagens” perguntar se existia algum passeio com camelo e que não precisasse dormir no deserto e assim fechamos o passeio do dia seguinte.

Depois desse primeiro dia longo… Queriamos voltar ao nosso “hotel” o mais rápido possível. Mas quem disse que lembrávamos o caminho? E mais uma vez, começamos a perguntar para as pessoas na “rua” como chegar. Já estava escuro e não tínhamos ideia de como chegaríamos lá. Até que um menino (de mais ou menos 6 anos) viu que estávamos perdidos e nos ofereceu uma “carona guiada”. Já que estávamos perdidos, cansados e mal humorado, aceitamos a ajuda (mas sem entender muito… com um pouco de medo… e sem saber quanto isso ia nos custar). E não é o que o menino levou a gente para o lugar certo… e no final, demos umas moedinhas que sobrou durante o dia e ele ficou super contente (isso que eu diria de choque de cultura… e o quanto nós brasileiros somos desconfiados da bondade alheia… imagina se fosse aqui no Brasil alguém dizendo que ia te levar para o hotel, bastava você seguir?? Eu não iria!!! Hahaha). Ah, detalhe… nos outros dias descobrimos que era muito mais rápido chegar no hotel por fora dos muros. Era só dar a volta na muralha e entrar na “porta dos fundos” (aí a nossa vida mudou!!!! Mas também, passar por aquelas vielas… ser quase atropelada por motos ou burros, já estava sendo parte da nossa diversão)

Acordamos as 5am, com o som da reza da Mesquita e lá fomos nós em direção a Kasbah, paisagens incríveis… fomos às ruínas super famosas, onde a Jade e o Lucas se encontravam na novela “O Clone” e até chegamos num lugar quase desértico… mas, para a nossa tristeza, a mulher enganou a gente… não tinha camelo no passeio (o melhor foi a gente perguntando ao guia qual era a hora do camelo… ele quase riu da nossa cara). Ficamos no vilarejo de Kasbah, almoçamos, fizemos compras e no final do dia retornamos à Marrakesh.

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Em nosso último dia, retornamos à Jemaa El-Fna, fizemos mais compras, e fomos ao Jardim Majorelle, um famoso jardim botânico particular, maravilhoso!!!! Para voltar ao centro alugamos uma carruagem!!!

No geral, Marrocos foi umas das nossas experiências mais incríveis durante o nosso ano na Europa, pela cultura completamente diferente, a experiência e o primeiro país que conhecemos na África e o primeiro país mulçumano que visitamos. Ah… e não fomos trocadas por camelos!!!

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Marcella Romani