Month: May 2014

The end!!!

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O que aprendemos com a Itália:

  • Que países românticos devem ser feitos com mais pessoas (seja um casal… ou uma amiga engraçada)
  • Que deveríamos ter feito esse país juntas
  • Ir sem planejamento de onde dormir… o que fazer… e que cidades visitar nem sempre é a melhor forma de viajar
  • Comer sozinha dá muita preguiça, mas na Itália não tem como não sentar em um restaurante e se deliciar com as massas

By Agnes:

Roteiro: Trento/ Madrano/MilãoDSC07860

Fui à Trento para conhecer uma parte da minha família, de lá eu iria à Madrano conhecer a famosa Zia Maria, poucos dias antes de eu embarcar não estávamos conseguindo falar com ninguém que lá morava, e meu pai na maior normalidade disse: vá à Madrano e pergunte pela Maria Cristofolini (superrrr sussa… kkkkkkk).

Por sorte, 2 dias antes falamos com o Matteo, meu primo que foi me buscar na estação de trem. Fizemos um pequeno tour por Trento, uma mini cidade, quase na Áustria, fomos aos clássicos duomo, fonte, praça, castelo (mal sabia eu que um outro primo Andrea tinha um restaurante, e lá almocei) e conhecia Zia Rita, Zia Rosa, Andrea, e mais vários familiares. Eu falava em inglês, as vezes português, tentava decifrar o italiano, mas nos entendíamos.

DSC07868Naquela tarde fomos à Madrano, na casa da Zia Maria, para um super café da tarde. Ainda naquela noite sai com meus primos para uma baladinha tipo “flash back”, me acabei de tomar Apperol Spritz.

Dormi na casa da Zia Rosa, e na manha seguinte seu marido super simpático querendo conversar comigo em italiano e eu não entendendo nada, e ele perguntava do meu “fratello”, e eu perguntava em inglês e ele não entendi e eu nada em italiano, as tantas conseguimos um dicionário italiano-inglês, que facilitou a vida… e fratello=irmão… queriam saber do Renê kkkkkkk

Nessa noite já fui para Milão!

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Milão é sensacional para compras!!! Pena que eu estava sem $$$), mas consegui comprar várias coisinhas que estavam em promoção, afinal era fim de inverno. A Via Montelaponeone é um sonho, só aquelas marcas maravilhosas, uma do lado da outra…

DSC07875No centro o duomo é maravilhoso, Galleria Vittorio Emanuele, Via della Spiga, e o melhor sorvete que tomei na minha vida foi lá, de Capuccino, devia estar uns 3°C, mas eu comprei sorvete!!!!

Para meu segundo dia, dei uma super volta a pé: Castelo Sforzesco, Parque Sempione, Arco della Pace. Achei Milão meio fraca em relação a pontos turísticos, mas caso esteja por perto, vale uma passada.

Naquela madrugada eu ia embora… meu vôo era as 6 da manhã, porém Ryanair sempre sai do aeroporto mais longe do mundo e me informaram que o trajeto até o aeroporto era de 1 hora. Então calculei tudo, saia do hostel às 3h30min, pegava o bus das 4h que saia da estação de trem e às 5h estaria no aeroporto (imaginava pegar um taxi até a estação de trem que era longe). Acordei e não tinha ninguém na recepção do hostel que pudesse chamar um taxi… sai correndo desesperada para a estação de trem, e ainda começou a nevar para minha sorte (imagina eu correndo na neve com uma mochila super pesada). No caminho vi um taxi passado, sai gritando, o taxista estava levando um cara mtooooo bêbado embora de uma balada. Não deu outra, pedi uma carona, e eles deram!!! Kkkkk Enfim, cheguei a tempo de pegar o trem e o avião… de lá eu ia para Pamplona, arrumar minha mudança e em 2 dias voltaria ao Brasil!

By Marcella

Roteiro: Pisa/Luca/Ferrara/Bologna

A minha ida para a Itália foi Ryanair (para variar)… encontrei um bilhete por 8 euros (de Barcelona até Pisa)!!!

De Pamplona até Barcelona eram aproximadamente 5 horas de trem. Mas, a minha melhor amiga estava morando lá (a mesma que foi comigo para Portugal)… então aproveitei para fazer uma visitinha (desde 5ª feira) e passar o final de semana com ela antes de começar a minha aventura (que seria no domingo).

A aventura já começou no aeroporto de Girona (Espanha) quando fui pegar o vôo as 6 da manhã. Todo mundo tinha impresso o tkt do vôo sem o código de barras (porque nessas companhias low-cost era cobrado até para respirar!! Então imprimíamos tudo em casa… mas tinha um truque para sair no tamanho certo… e obvio que eu não sabia – depois desse dia eu aprendi). Depois de muita confusão, consegui reimprimir o tkt e embarquei (Mas não fui só eu que tive essa infelicidade… As pessoas começaram a chegar no aeroporto e formou um grupo de mais ou menos 20 e quase rolou uma manifestação na frente do balcão de atendimento… e claro, que tinha mais brasileiros no meio).

Minha primeira parada foi em Pisa… e o meu trem já saía no mesmo dia para Luca. Na minha cabeça era só a torre de Pisa que tinha para visitar… e era mesmo!! Ainda sobrou muito tempo para eu andar na cidade sem rumo e sem direção… e muito tempo para eu tirar todas as fotos possíveis e imaginarias com a torre (que pena que eu estava sozinha e não dava para ficar testando as poses… então nem deu muito certo).

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Saí de lá no final da tarde e fui para Luca. E aí vem a pergunta… por que Luca? Porque é a cidade dos meus bisavós… e eu encasquetei na época de ir até lá para encontrar alguma informação da minha família (para conseguir tirar a cidadania italiana)… parecia um bom plano… #soquenao. A única coisa que encontrei foi algumas pessoas com o mesmo sobrenome que o meu (Romani)… e no endereço que o nosso processo de cidadania indicava… morava um “Romani” que sofria de Alzheimer… depois disso… desisti e fui para Florença (que já contei aqui como foi). Ou seja… Luca não teve nada de mais, tirando a pracinha… e a macarronada que comi lá!

DSC06891De Florença, fui para Bologna! Foi uma experiência engraçada… porque uma amiga minha tinha morado lá e falava que era demais. Mas eu não dei muita sorte porque peguei muita chuva (chuva e frio sempre estraga um pouco o turismo ne?), o meu hostel era na PQP (me desculpe) e eu demorava 40 minutos para ir até o centro. Como eu ia ficar apenas 1 dia lá… fiquei um pouco estressada com isso… e acabei conhecendo super rápido a cidade. Mas tirando isso a cidade é bonitinha… e parece que é cheia de festas… mas sozinha, ficava bem difícil (e não conheci ninguém no hostel).

Aqui cabe um PS: na Itália foi muito engraçado e diferente de todos os lugares que já visitei em toda a minha vida. Era incrível, não conhecia ninguém (tirando a Mexicana do ultimo dia em Veneza)… parecia que quando eu entrava nos hostels… as pessoas saiam. Bizarro!!!

De Bologna eu ia para Veneza direto… mas como tinha um dia todo… resolvi parar em Ferrara (cidade dos pais do meu avô) que é muito bonitinha… meio medieval… cheia de castelinhos. Gostei!!

Chegando em Veneza… passei mais 3 dias naquele labirinto (como já contei no post anterior) e para voltar… meu vôo saia de Pisa (desvantagens de voos baratos na Europa). Ou seja, tive que voltar tudoooooo… passando por Florença (e dormindo uma noite lá) e depois Pisa… foi quase uma via sacra essa viagem.

Depois disso você deve estar pensando que nunca mais viajei sozinha ne? Errou!!! Está aí uma das coisas que mais gosto de fazer quando estou estressada… confusa ou com algum problema. Pegar a minha mochila e ir para algum lugar do mundo!

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Sozinhas e outra cidade romântica: Veneza

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  • DICAS:
  • Nunca confie em seu senso de direção… Veneza é um labirinto!
  • Não vá sozinha (temos aqui duas experiências deprimentes!)
  • Se não quiser gastar muito, opte pelos barquinhos públicos.

 

 

Veneza by Agnes

De Florença à Veneza fui de trem, chegando lá não encontrava meu hostel por nada, todas aquelas ruelinhas, eu pedia informações e ninguém sabia me indicar, depois de muito tempo encontrei o ‘FishHostel”, que eu havia reservado pela internet na noite anterior (fui para Itália sem saber ao certo meus destinos, então sempre decidia na noite anterior).

DSC07326Veneza é aquela coisa fofa de filmes, água, gôndolas, máscaras, logo peguei uma embarcação que ia par
a Murano, saia do famoso grande canal. Murano é uma micro “ilha” que se faz o famoso Murano, andei pelas lojinhas, fui às demonstrações do povo fazendo os vasos e tudo mais, como estava de mochilão não tinha como comprar um vaso, né?! Me contentei com uns pingentes e pulseiras.

Já na volta fui à Piazza San Marco, e à basílica, Palácio Ducal, e à Ponte do Suspiro, que para minha tristeza estava em reforma. O passeio de gôndola não rolou, primeiro pq eu estava sozinha e depois… era caríssimo.IMG_5281

Já a noite, retornei ao hostel e para minha surpresa o preço que eu havia pago (20 EUR – que é caríssimo para um hostel), era apenas para a cama, mas para ter lençol tinha que pagar a mais, cobertor, mais ainda para travesseiro… ficaria mais caro que um hotel, e como não estava podendo resolvi não alugar nada, o colchão estava nojento e fazia muito frio… Obviamente peguei meu casaco de neve, meu cachecol, gorro e luvas e assim dormi (quentinha e sem encostar no colchão kkkkk). Na manhã seguinte eu ia para Trento!

 

 

Veneza by Marcella:

Também fui de trem de Florença a Veneza (mas dei uma parada rápida em Ferrara – que depois eu conto como foi). Eu já tinha reservado a minha hospedagem… mas não era um hostel… er a um hotel coDSC07199m quarto compartilhado (um lixoooo e caríssimo!!!! E ficava meia hora de ônibus da Veneza que todo mundo c onhece… entre as águas!). Fiquei lá 3 dias… e confesso que foi uma das cidades mais deprimentes que fiz em toda a minha vida. Além de ser mega romântica… e os passeios serem para os casais… a energia da cidade é muito ruim (dizem que é por causa das águas mesmo). Durante os 2 dias me sentia cansada, triste e “carregada” ao mesmo tempo. Mas sempre que entrava em alguma igreja e rezava por 5 minutos, melhorava (coisa do capeta mesmo rs). E de novo… não sou uma pessoa 100% religiosa (mas na Italia não tem como não entrar na igreja, rezar por 5 minutos e fazer algum agradecimenDSC07350 (1)to). Veneza é uma loucura mesmo… se em cidades normais eu já me perco pelo menos 1 vez por dia… nem preciso dizer que lá me perdia em todos os passeios que eu ia fazer ne? (ainda bem que meu hotel ficava fora dessa confusão). No último dia conheci uma mexicana muito gente boa… e saímos para passear. E acredita que eu não tinha conhecido uma das principais partes de Veneza de tanto que me perdi sozinha?? Enfim… faz parte dessas nossas aventuras.

Roma e sua milhares de atrações!!!!

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  1. Visita no Coliseu é indispeDSC01468nsável!!!!
  2. Roma é gigante… planejamento é essencial para visitar
  3. Tem muitos pontos turísticos perto… cuidado para não perder nenhum
  4. Não ande de ônibus (você vai se sentir em uma latinha de sardinhas)
  5. Tome sorvete todos os dias (os sorvetes da Itália são os melhores)

 

 

 

 

 

 

 

Roma by Agnes

 

Fui para Roma sem grandes expectativas, minha mãe já havia ido e sempre repetiu que não tinha gostado (mas ela também sempre amou Paris, e eu não gosteDSC07761i mto!). Era minha última viagem antes de voltar ao Brasil, eu já estava pobre… achei um hostel por 5 Euros, ao lado da estação central de trem, e é para lá que fui. Este de longe foi o pior hostel que fiquei na minha vida (olha que já fiquei em lugar zuado?!!), para começar era no 6° andar de um prédio mtoooo velho, e não tinha elevador, cheguei já cansada na repcção, cheia de baldes e milhares de goteiras (ainda era inverno, porém em Roma tinha esquentado um pouco e chovia mto), pedi minha chave para o quarto FEMININO que eu havia reservado, ao entrar eram 10 beliches = 20 pessoas em um quarto, sendo 18 homens. Acho que qualquer pessoa normal teria ido embora, mas eu com meu instinto aventura e economia máster fiquei kkkkk. Se o quarto era assim, imagina o banheiro kkkkkkkkkk

Tinha 3 dias para andar Roma inteira, sai do meu hostel após o check-in assustador e corri para o Colisel. PS: o metro de Roma é o mais feio do universo! Mas voltando ao Colisel… é indescritível… e por aí fui em todos os pontos turísDSC07760ticos (que consegui).

No primeiro dia voltei para o hostel só o pó… cheguei no quarto, estava toda a galera lá (coreanos, chineses, brasileiros, a outra menina era russa…), compramos umas bebidas e fizemos um festinha no hostel. Desses doidos do hostel fiquei amiga de um brasileiro de uma cidade perto da minha, que também morava em SP. Conversando achei o máximo, pois ele era tão fascinado por Roma que foi para lá ficar 15 dias, queria conhecer todos os centímetros da cidade… depois da viagem, ainda mantivemos contato no Brasil. (adoro essas amizades que surgem em viagens, tive a sorte de conhecer muita gente legal nessas loucuras, NE Marcella?!!!).

No segundo dia fui ao Vaticano, e fui logo cedo para o Museu do Vaticano (todo mundo falava das filas gigantes). Até que tinha uma filinha, mas entrei no meio de uma excursão de escola (sou baixinha né? Rs), e entrei com a galera kkkkk

Outra coisa de vale destacar é o louca transito de Roma, uma loucura, o povo buzinando, xingando, e nós pedestres, é um caos para atravessar a rua (mas sobrevivi!!).

 

Roma by Marcella

A minha experiência em Roma foi bem diferente da Agnes. Primeiro de tudo… porque eu fui depois da minha saga solitária na Itália (fui só em janei???????????????????????????????ro) e depois porque não fui sozinha (fui com uma das minhas melhores amigas – que estava de férias em Barcelona com a irmã – a minha amiga de Portugal por sinal, lembram?). E particularmente, apesar da bagunça, foi um dos meus lugares preferidos!!!

Chegamos a Roma super animadas… e quem buscou a gente no aeroporto foi o tio dela (sim!! Elas tem família na Europa toda rs). Saímos de lá, deixamos o carro em um metro… e fomos ao centro da cidade… e ele ficou contando todas as historias do mundo que ele conhecia (como um bom italiano… adorava falar… e eu também ne?). Então… distraídas… conversando.. olhamos para frente… e lá estava o Coliseu (meu Deus!!!! Foi essa reação que tivemos!!! E ainda eu disse para a minha amiga “Isso realmente existe de verdade!! Achei que era montagem”. Perdemos um bom tempo tentando tirar as melhores fotos com aquele monumento. No primeiro dia, junto com o tio dela, caminhamos pela cidade sem focar em nenhuma coisa especial. No outros dias… fomos mais especificas e passamos por todos os pontos turísticos que queríamos. Ah… no dia do Vaticano demos a sorte de assistir uma missa do Papa (claro que pelo telão). Eu não sou religiosa, mas confesso que foi arrepiante aquela cena!

Quando estávamos nas Tumbas… encontrei um amigo meu de Pamplona (brasileiro)… mega coincidência. E como ele estava sozinho… acabou pegando carona no nosso passeio… e rodamos a cidade (a pé) juntos (e andamos por mais de 10 horas seguidas). No final do dia, antes de voltar para o Hostel (porque o plano era ir para alguma balada a noite) resolvemos ir a um “boteco” beber vinho (não podíamos deixar de fazer isso na Italia ne?). Digo “boteco” porque era um lugar estranho… pequeno… que servia só vinhos. A ideia inicial era beber algumas taças de vinho… voltar paDSC01466ra o hostel… tomar banho e sair de novo. Parecia um bom plano… mas nem preciso dizer que esticamos um pouco lá… bebemos 3 garrafas de vinho… saímos lá pelas 11 horas da noite… e acabamos no Mc Donalds… famintos (a única coisa para comer
que estava aberta)!!!

 

 

Pontos Turísticos:

 

Coliseu é parada obrigatória (obvio). Fascinante, mas o meio não é uma arena como vemos em filmes… é um labirinto, mto massa!!! Ao lado do Coliseu já fui ao Arco de Constantino, Palatino, Fórum Romano (tudo pertinho, mas são algumas horas caminhando para ver tu
do – muitos detalhes…)

Indo reto pelo Palatino você aDSC07551caba no Monumento Vittorio Emanuele.

Não menos importante… 
a Fontana de Trevi (e claro que jogamos a moedinha para voltar e tomamos o famoso sorvete).

No Vaticano dá para ficar o dia todo, tem a Praça de São Pedro, à Basílica, e às Tumbas dos Papas, de arrepiar. Dê uma parada no Castelo de Santo Ângelo, e um pouco mais longe (mas dá para ir a pé), o Campo dei Fiori e a Piazza Navona (ótimo lugar para comer)!!!

O mais interessante do museu do Vaticano é a Capela Sistina (sem palavras para descrever)… e a pintura da “Criação de Adão” (foi um sonho poder vê-la)!

Mais algumas paradas clássicas: Pantheon, Fontana del Tritone, Cordonata, Gesù, Palazzo Doria Pamphili, Porta Maggiore, anta Maria del Popolo, Santa Maria della Vitoria, Scalinatta di Spagna Coluna de Trajano, Basilica di San Giovanni in Laterano, Villa Borghese, Palazzo del Quirinale, Piazza di Spagna,  e mais varias praças e igrejas que eu ia entrando… (aliás, nunca entrei em tanta igreja na minha vida)

 

 

Acredite, todos esse lugares não são nem um décimo do que Roma oferece ao turista… a cidade é sensacional, a cada esquina uma história! Vale a pena jogar a moedinha várias vezes… e quem sabe, um dia voltar… acompanhada, claro!!!

 

Sozinhas em uma das cidades mais românticas do mundo: Florença

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Florença by Agnes:

 

Fui à Florença de tanto que minha mãe sempre falou que era a cidade mais charmosa e linda da Itália.

Saí de Roma bem cedo e peguei um trem até Florença, na noite anterior tinha pego um hostel no hostelboorkers, e fui imaginando que eu cDSC07778hega
ria ao paraíso… fiquei extremamente decepcionada com este local.

Florença, assim como todas as pequenas cidades italianas, tem o clássico Duomo e Palazio Vechio. Cheguei, andei pelo centro, fui ao Duomo, Palácio, aquelas sempre clássicas fontes na praça, à famosa passarela dos joalheiros (apenas ohar, é claro kkkkk), à biblioteca, e de repente era 15 hrs e eu já não sabia o que fazer naquela cidade.

Sozinha em uma cidade romântica?!!! Resolvi sentar em um bom restaurante, comer “aquela macarronada” e tomar uma garrafa de vinho inteira. Então ainda eram 18hrs, voltei para meu hostel (que era super chique com sauna e piscina), e lá fiquei (de shorts e blusa, era inverno, e Tb eu nunca teria um biquíni na minha mala kkkk), e assim terminei meu dia em Florença, na manhã seguinte eu saia para Veneza.

Minha impressão, é um local famoso, acho que quem nunca foi deve ficar um dia (apenas um dia basta!) lá, mas eu não pretendo voltar nunca mais!.

 

 

Florença by Marcella:

 

Eu estava em um momento muito introspectivo e toda essa solidão de uma cidade romântica na Itália, até que me fez bem. Florença era DSC06908a minha 3ª cidade da Itália que eu estava visitando. Também reservei um hostel achando que seria o melhor lugar para ficar… e além de eu me perder quando saí da estação de trem (isso é bem normal quando eu estou sozinha)… era super tarde… e quase não me abriram a porta para eu fazer check-in.

O lugar era bem meia boca… mas isso foi bom para eu passar o dia inteiro na rua. Passei pelos mesmos lugares da Agnes… e como ela disse… mais do mesmo que eu já tinha visto! E claro que eu também tive a ideia de jantar em um restaurante (porque amo comida italiana)… e me dei ao luxo até de beber um vinho naquele cenário maravilhoso. Fim da noite: o garçom ficou me xavecando… e dizia que até casava comigo (perdi a oportunidade do meu passaporte italiano ne? Rs).

 

Conclusão: deveríamos ter ido à Florença juntas, seria mais divertido!!!!!!DSC06911

De Toscana à Milão!

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Todos os blogs relatam os motivos de viajar sozinha… e nós concordo 100% com todos eles (liberdade, autoconhecimento, novos amigos, etc)… mas ninguém conta das dificuldades (que geralmente viram historias engraçadas – ou trágico cômicas – para rir pelo resto da sua vida). E é por isso que essa semana vamos fazer um post sobre a nossa experiência (separadas) na Itália… A minha que vai de Pisa à Veneza… passando por Roma, Ferrara, Luca; E a Agnes que foi de Roma à Milão, passando por Veneza e Florença e Trento.

Mas, para começar essa história, vamos listar quais são os pontos negativos (ou pelo menos engraçados) de quando se viaja sozinha:

  1. Você tem que pedir sempre para algum estranho tirar as fotos em monumentos/paisagens (o risco de não sair legal é muito grande e não é possível repetir – a não ser que você seja muitoooo cara de pau)
  2. Se alguma coisa é engraçada, não tem ninguém para você compartilhar a piada (vai parecer uma louca rindo sozinha)
  3. Quarto compartilhado em hostel nem sempre tem as pessoas mais normais do mundo (na verdade a maioria das pessoas são beeem esquisitas).
  4. Quando você conhece pessoas legais…. as amizades que você faz são por pouco tempo (logo depois cada um segue seu próprio roteiro).
  5. Não tem ninguém para te ajudar (ou te avisar) que você está olhando o mapa errado (ou indo para a direção contrária). Ás vezes você acaba se dando conta um pouco tarde.
  6. Não é interessante sentar em um restaurante e passar horas apreciando a comida sozinha, por isso na maioria das vezes acabamos comendo qualquer porcaria na rua (na Itália então, é mais chato ainda… porque o programa mais legal de fazer lá é comer!!).
  7. Cidades mais românticas (como Paris e Veneza), acabam sendo um pouco deprimentes, mas tudo bem, nos divertimos mesmo assim!

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Era novembro eu (Marcella) tomei uma decisão: vou passar 1 semana na Itália SOZINHA!! (isso porque a Agnes ela ia para a Itália em Janeiro encontrar a família dela). E pela Ryanair, encontrei um bilhete por 8 euros (de Barcelona até Pisa).

Meu roteiro:
Pisa – Luca – Florença – Ferrara – Veneza
Transporte: Trem (adoroooo a facilidade da Europa de viajar de trem)
Duração: 8 dias

Agnes:
Foi a última viagem dela antes de voltar para o Brasil, tinha que ir para o Norte da Itália encontrar uma Tia avó, então resolveu passear um pouco também.
Roteiro: Roma – Florença – Veneza – Trento – Madrano – Milão
Transporte: Trem (melhor meio de transporte do mundo!!!)
Duração: 9 dias

Nessa semana vocês irão acompanhar um pouco das 2 versões da historia… e das cidades italianas.

Mas, independente das experiências… e das coisas erradas… continuamos achando que todo mundo deve viajar sozinho (para qualquer lugar que seja) uma vez na vida!

Mas cuidado, se esse bicho te picar, viajar sozinho vira um vício… e depois é difícil querer incluir alguém no seu roteiro!

 

Portugal: poucos dias e muitas paradas!!!!

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  1. Comer leitoa da bairrada, Pastel de Belém (a parte do bacalhau nós passamos!!)
  2. Aquele pedido básico na Igreja de Santo Antonio, em Lisboa
  3. Clássica foto tomando um café com Fernando Pessoa
  4. O passeio por Belém é indispensável
  5. Ir a praia

 

Pegamos um vôo de Madri para Cidade do Porto, ficamos lá só uma noite… é super bonitinho, mas bem complicado andar naquelas ruelinhas (acho que ficamos umas 2 horas tentando achar um caminho para algum restaurante… e quando chegamos na “rua” dos restaurantes, só tinha peixe de comida… sentamos em um boteco para tomar uma cerveja e comer um pão com queijo).

Dormimos em um albergue, pois na manha seguinte encontraríamos uma amiga minha no aeroporto e pegaríamos carona com a vó dela para Aveiro (eu ia ficar na casa dela em Aveiro). Ah! No aeroporto encontramos a Ana Maria Braga!!!! Obviamente tietamos e tiramos foto.DSC04874

No dia seguinte nos separamos, eu fui com a Família da Paolinha em Aveiro e a Agnes para casa da família dela….  A Agnes encontrou alguns parentes na estação de trem de Aveiro, e de lá foi para a “terrinha da família”: Sever do Vouga, uma minúscula cidade no meio de Portugal, passou os dias indo de casa em casa, conhecendo as Tias Avós, primos (apenas o avô dela mudou para o Brasil quando era jovem…), e mesmo naquela pequena cidade, conseguiu junto com sua prima Marta, pegar uma baladinha e beber absinto kkkkk. Tb comeu a famosa leitoa da bairrada, e os ovos moles (doce típico da região!!)

DSC06695Em Aveiro, fiquei com a minha melhor amiga (que estava estudando na Espanha também), na casa da avó dela, passeando um pouco, comendo e dormindo bem!! Uma das melhores histórias que lembro dessa viagem foi quando pegamos o carro da avó dela… e não encontrávamos mais o caminho de volta. Foi quando eu tive uma grande ideia de perguntar no ponto de ônibus para um menino (mais ou menos da nossa idade) onde era a rua “x”… e aí ele me disse (com aquele sotaque de português – que eu amo): Olha, você pode ir reto, pegar a estrada e depois virar na “tumba”. Falei muito obrigada, fechei a janela e, com uma cara meio desesperada disse para a minha amiga: “F**, estamos muitoooo longe… temos que pegar uma estrada… e ainda vai passar por uma tumba. Onde estamos????”. Ela não se aguentou de tanto rir…  e me explicou que estrada era a rua em que estávamos… e a “tumba” era a “rotunda” que significa rotatória. Nem preciso dizer que depois de 5 minutos estávamos na casa da vó dela, sã e salvas kkk.

Fui para Lisboa 2 dias antes da Agnes… junto com a minha amiga e com as primas dela (que são portuguesas também). Então, de maneira rápida, conheci a cidade com elas (e fiquei impressionada como as pessoas que moram lá sabem explicar tudo sobre a historia e os pontos turísticos – me imaginei no centro de SP dizendo, esse é o Teatro Municipal, esse é o Mercadão… e só!!! Essa é a grande diferença com a Europa… na minha opinião).

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Depois de alguns dias, minha amiga ia voltar para a Espanha (porque ela fazia um Master e tinha que ir nas aulas) e eu e a Agnes íamos ficar mais um tempo (nem sei porque podíamos ficar mais dia lá e não perder aulas também… acho que era feriado em nossa cidade, algo assim rs). Combinamos de nos encontra em Lisboa mesmo (mas, a Agnes como sempre estava sem celular, o que dificultava um pouco. Para piorar… eu não encontrava o hostel, nem a rua, nem o numero, enfim… fiquei desesperada… como ia encontrar com ela??? E onde eu ia dormir??? – Um smartphone com internet faria toda a diferença nessa época. Mas, nós duas tivemos a mesma ideia… ir para um
cyber café e tentar a comunicação… e aí ela me passou as coordenadas para chegar lá!!) Quando cheguei no albergue ela não estava, já tinha saído com uns alemães e canadenses para uma praia… só nos encontramos a noite.DSC04924

O albergue era terrível… uma casa pequena, sem nenhuma estrutura, e apenas um banheiro… que por sinal entupiu… Foi a primeira vez (e a última rs) que a Agnes ficou responsável pela escolha do hostel (era a 2ª vez que estávamos viajando juntas). Quando encontrei com ela, perguntei como ela tinha escolhido aquele muquifo e ela tinha gostado tanto de gastar pouco em hostel que não teve dúvidas e fez o ranking por preço e pegou o mais barato… quase matei ela (mas depois ela aprendeu que a escolha de um hostel envolve algumas variáveis como preço, localização, recomendação hahaha).

Lisboa é apaixonante… (um mistura de Madri e Barcelona, eu diria), fora a história… os monumentos (tudo aquilo que aprendemos um dia na escola,  fazia sentido) andamos mtoooo…  fomos obviamente à igreja de Santo Antonio (afinalDSC04955 ninguém aqui quer ficar solteira kkkkk mas só deu certo para a Agnes… o meu Santinho que eu trouxe continua de cabeça para baixo… de castigo rs), ao Castelo de São Jorge (a Agnes Corinthiana pirou!!!), a famosa estatua do “Café com Fernand
o Pessoa”, sem contar as inúmeras lojinhas que parávamos, uma a uma. Já em Belém, o Monumento do Descobrimeto, a Torre de Belém, e os pasteiszinhos são maravilhosos! O outro dia ir tiramos para a praia….

A noite, além das pessoas malucas
do nosso hostel jantando com a gente… queríamos badalar (claro)… mas não descobrimos nenhuma balada que nos encorajava ir… então seguimos a dica de alguém e fomos ao famoso bairro alto, uma rua cheia de barzinhos… meio universtiaria… e lá iniciamos nossa peregrinação… que foi andar pelas ruas, procurando pessoas legais e divertidas para uma boa conversa!! Confesso que estávamos muito cansadas nesse dia… e chegamos a conhecer um pessoal… entrar em uns bares… tomar uma cerveja… mas não duramos mais do que 3 horas nessa noite… e voltamos para o hostel.

Apesar de não termos muito tempo em Portugal, nos apaixonamos por aquela terra, super indicamos a viagem!!!!

Marcella Romani


 

Bonjour Marrakesh: mais uma aventura pela África!

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Continuando no continente africano, vamos falar um pouco de uma experiência que tivemos no Marrocos (enquanto vivíamos na Espanha).

Era dezembro, e já estávamos cansadas de viajar pela Europa… E basicamente, escolhíamos o próximo destino de acordo com as tarifas Ryanair (para quem não sabe, é uma companhia low-cost da Europa). E aí, em uma dessas buscas encontramos: Madrid – Marrakesh: 10 Euros (basicamente pagamos apenas a taxa de embarque)!!!

Porque não ir?? Mas tínhamos um problema: tem alguns países que é perigoso ir sem acompanhantes homens (por mais que a Agnes nunca seguiu muita essas recomendações, eu sou muito medrosa e disse que não iria sem nenhum homem).

Começamos a prospectar os meninos que moravam na mesma cidade que a gente e 2 aceitaram (um brasileiro e um mexicano). Então já começamos a ver o roteiro e onde ficaríamos.

DICAS:

  1. Vá em um grupo (e com homens)DSC05926
  2. Cuidado com as roupas da bagagem – tivemos que andar todos os dias de calça e camiseta
  3. Se está procurando balada e bebida… esquece!!! É quase um retiro espiritual.
  4. Ande de charrete (com cavalos) – mas negocie o preço!!
  5. Lembre-se na hora das compras: negocie… o preço do vendedor é o dobro de seu valor real.
  6. Tome o suco de laranja
  7. Língua falada: eles entendem quase tudo… Até Português eles arriscam de vez em quando, sério! Mas a língua mais utilizada para os turistas é o Francês!

Bom, voltando ao nosso planejamento da viagem… Mais uma vez, a minha amiga aventureira (Agnes) ficou responsável em achar um hostel/pousada porque ela disse que queria ficar dentro dos muros da cidade (não sei ao certo como se chama isso, mas lá em Marrakesh tem uma parte dentro desses muros e outra parte fora)… e que seria uma experiência incrível. Fora a ideia maluca que ela queria emendar o feriado que íamos ter na Espanha para fazer as praias do Marrocos de ônibus, mas conseguimos convencê-la de não fazer isso (quando chegamos lá e ela viu a rodoviária de Marrakesh, ela nos agradeceu de não ter aceitado a proposta inicial dela – as pessoas levam até galinha com elas – imagina o cheio do busão!!)

Chegou o dia de viagem… e lá fomos nós: saímos de Pamplona a noite e chegamos no aeroporto de madrugada (por volta da meia noite), mas o nosso voo era só as 6am (ou seja, dormimos por lá mesmo – o que é muito comum nos aeroportos da Europa quando os voos saem muito cedo) – E o medo de perder o voo ne? Colocamos todos os despertadores para tocar e conseguimos acordar a tempo.

Mapa

De Madrid a Marrakesh são mais ou menos 2 horas de voo (é realmente muito perto) e chegamos bem cedo. Pegamos um taxi e fomos ao “hotel”. Entramos na pelos muros antigos da cidade, e de repente o taxi parou na frente de uma porta e disse: “É aqui”. Saímos do carro e mandamos um dos meninos entrar no lugar antes de nós (diz ele que estava bem escuro e saiu um cara do nada com uma faca – guardada – perguntando o que ele queria. Mas, por incrível que pareça, era o lugar mesmo que íamos ficar). Eu e a Agnes entramos super simpáticas falando “Bonjour” e o cara nem olhou na nossa cara – aí lembramos que estávamos no Marrocos, e lá mulheres não têm muita moral.

Como chegamos cedo demais, o quarto não estava pronto e levaram a gente para o café da manha – na laje. Serviram um café esquisitíssimo e um pão com mosca. A Agnes se divertia com essa parte cultural muito diferente… eu já era mais fresca… e ficava bicando as comidas sem muita certeza do que eu queria. Depois fomos ao nosso quarto… e foi nesse momento que nos sentimos na novela “O Clone”. E tudo lá em Marrakesh parecia coisa de novela.

Deixamos as malas e resolvemos sair para conhecer a cidade. Nem colocamos o pé para fora e quase fomos atropelados por uma moto. No centro da cidade não tem rua, não tem regra, é gente a pé, moto, burro… E quando percebem que você é turista, ferrou!!! Começamos a andar e pedir informação… e cada pessoa falava uma coisa (é para a direita, para a esquerda, pra frente, sei la o que). Nem preciso dizer que rolou uma mal humor (e ainda tínhamos 3 dias). Finalmente conseguimos chegar no caminho que levava para a praça central. E esse caminho era o máximo, passava por varias lojinhas (tipo feirinha de praia), com muitas joias, artesanatos, bolsas (eu e a Agnes ficamos enlouquecidas com tanta coisa). Ah… e eles ficam muito bravos se você compra alguma coisa de primeira, sem negociar nada, é quase um desrespeito (essa parte eu adorei!!)

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Enfim chegamos a Jemaa El-Fna, a praça central (já cheia de compras) e fomos conhecer o famoso suco de laranja (que custava 0.50) – nem preciso dizer que foi parada obrigatória para todos os outros dias ne? Sem contar as inúmeras barracas vendendo frutas secas, doces árabes… Ah… e também a gente não podia olhar para ninguém… Porque se você olha para uma pessoa que está fazendo a cobra dançar, tem que pagar. kkkkkkkkk

Fomos à Mesquita, mas obviamente não pudemos entrar (e ficamos chateados com isso rs), andamos por toda região central, entramos em um tipo de um cemitério, as ruínas de um palácio, até chegarmos ao “Gran Marche”, e verdadeiro Mercado Central com milhares de barraquinhas, um sonho!

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Para os próximos dias, os meninos queriam fazer o passeio do deserto, mas eu e a Agnes estávamos com um pouco de medo… e não queríamos ficar sem tomar banho por uns 2 dias… (acho que se fosse hoje, eu iria fácil rs). E um dos meninos queria de qualquer jeito ver um camelo. Então fomos numa “agência de viagens” perguntar se existia algum passeio com camelo e que não precisasse dormir no deserto e assim fechamos o passeio do dia seguinte.

Depois desse primeiro dia longo… Queriamos voltar ao nosso “hotel” o mais rápido possível. Mas quem disse que lembrávamos o caminho? E mais uma vez, começamos a perguntar para as pessoas na “rua” como chegar. Já estava escuro e não tínhamos ideia de como chegaríamos lá. Até que um menino (de mais ou menos 6 anos) viu que estávamos perdidos e nos ofereceu uma “carona guiada”. Já que estávamos perdidos, cansados e mal humorado, aceitamos a ajuda (mas sem entender muito… com um pouco de medo… e sem saber quanto isso ia nos custar). E não é o que o menino levou a gente para o lugar certo… e no final, demos umas moedinhas que sobrou durante o dia e ele ficou super contente (isso que eu diria de choque de cultura… e o quanto nós brasileiros somos desconfiados da bondade alheia… imagina se fosse aqui no Brasil alguém dizendo que ia te levar para o hotel, bastava você seguir?? Eu não iria!!! Hahaha). Ah, detalhe… nos outros dias descobrimos que era muito mais rápido chegar no hotel por fora dos muros. Era só dar a volta na muralha e entrar na “porta dos fundos” (aí a nossa vida mudou!!!! Mas também, passar por aquelas vielas… ser quase atropelada por motos ou burros, já estava sendo parte da nossa diversão)

Acordamos as 5am, com o som da reza da Mesquita e lá fomos nós em direção a Kasbah, paisagens incríveis… fomos às ruínas super famosas, onde a Jade e o Lucas se encontravam na novela “O Clone” e até chegamos num lugar quase desértico… mas, para a nossa tristeza, a mulher enganou a gente… não tinha camelo no passeio (o melhor foi a gente perguntando ao guia qual era a hora do camelo… ele quase riu da nossa cara). Ficamos no vilarejo de Kasbah, almoçamos, fizemos compras e no final do dia retornamos à Marrakesh.

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Em nosso último dia, retornamos à Jemaa El-Fna, fizemos mais compras, e fomos ao Jardim Majorelle, um famoso jardim botânico particular, maravilhoso!!!! Para voltar ao centro alugamos uma carruagem!!!

No geral, Marrocos foi umas das nossas experiências mais incríveis durante o nosso ano na Europa, pela cultura completamente diferente, a experiência e o primeiro país que conhecemos na África e o primeiro país mulçumano que visitamos. Ah… e não fomos trocadas por camelos!!!

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Marcella Romani